16 maio 2007

Algumas Informações sobre os conflitos no Oriente Médio

1) Um Estado não cria outro Estado. Quem deve criar um Estado para os palestinos são eles próprios, amparados pela ONU e apoiados pelos países límítrofes e hospedeiros do povo palestino. Foi assim, exceto o apoio dos países vizinhos, a criação do moderno Estado de Israel.

2) Os palestinos ainda não se organizaram em Estado porque não se entendem. E uma das causas de não se entenderem é o ódio que nutrem por Israel. Eles ensinam às crianças este ódio. O ódio é combustível apenas para a desgraça e a destruição.

3) Israel é o único Estado democrático em todo o Oriente Médio. Tal democracia inclue a liberdade religiosa, o que não ocorre nos países, seus inimigos, da região. Os árabes (palestinos e não palestinos) habitantes de Jerusalém vivem em paz, são respeitados, praticam a sua religião, têm cidadania israelita, etc. As mulheres árabes, moradoras e cidadãs de israel, têm ali mais direitos e liberdades que nos demais países árabes.

4) Os palestinos são sustentados financeiramente e moralmente (ódio) por países árabes e muçulmanos, inimigos de Israel. A população destes inimigos de Israel, é cerca de 60 vezes maior que a população de Israel. O território ocupado por Israel é cerca de 90 vezes menor que os ocupados pelos seus inimigos.

5) Quando a ONU decretou a formação do Estado de Israel e sua instalação na região, a Palestina não era ocupada pelos povos que se convencionou serem chamados de "palestinos" . A Palestina era um protetorado britânico (inglês). Os palestinos, nômades ou fixos, viviam espalhados em outros países da região, Jordânia, Líbano, Síria, etc. Eram apátridas, como eram os judeus.

6) Entretanto, antes de 1948, já havia colônias de judeus instaladas na Palestina.

7) Imediatamente (apenas 24 h) à declaração da ONU, em Maio de l948, os países árabes (Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque) moveram uma guerra contra Israel. Países árabes têm em sua Constituição declarado o ódio e o desejo de banimento de Israel do mapa.

8) Quando perceberam o desgaste político das guerras, tais países passaram a usar os palestinos como "bucha de canhão" contra Israel, expulsando-os e pressionando- os para que voltassem a ocupar a Palestina, lutando contra Israel.

9) Eis um fato atual e sintomático do que lhe falo. O Líbano, antes um país pacífico, estado laico (não religioso), povo ordeiro e trabalhador, origem da maioria dos árabes radicados no Brasil, estão dominados politicamente pelo Hizbollah (Partido de Deus), inimigos de Israel. Recentemente, no Líbano, os proprietários palestinos perderam o direito de herança, forçando os órfãos e descendentes a migrarem para a Palestina.

10) Foram as ações terroristas do Hizbollah, lançando bombas sobre a população civil, a partir do território libanês que provocaram a reação israelense e a recente Guerra do Líbano, a qual muito repercutiu no Brasil, negativamente para israel, pois afetou muitos brasileiros moradores no Líbano

11) Atualmente, a ONU gasta regularmente fortunas como ajuda pacífica, para desenvolvimento e progresso dos palestinos, os quais, divididos entre Hamas e Fatah, não se entendem, matam-se entre si. Eles sobrevivem moralmente à custa do ódio e dos atentados terroristas contra Israel, realizados com armas e premios em dinheiro entregues pelos inimigos de Israel.

12) Entre os palestinos há dois grupos políticos. O HAMAS, Movimento de Resistência Islâmica, fundado em 1987, é uma organização militar, muçulmana, que prega a destruição do Estado de Israel. Foi organizado contra a liderança secular (não religiosa) da FATAH, fundada em 1959, por Yasser Arafat, que no princípio usava métodos terroristas. Logo, ambos odeiam Israel, um muito, outro mais ainda.

Israel é quem mais tem se esforçado pela paz. Falta os seus inimigos se desarmarem e deixarem de insuflar com ódio e armas os palestinos.

Infelizmente, talvez por desinformação ou informação perversa, muitos cristãos, e até pastores, são anti-semitas. A mídia, atualmente, é anti-semita (judeus). Ser pró-palestinos e contra Israel é "politicamente correta".

Abaixo temos um resumo das guerras movidas pelos árabes contra Israel, desde 1948. Todas elas por iniciativa dos inimigos de Israel. Não deixe de ler.

Guerras e Mais Guerras

É enorme a desproporção entre os judeus e os seus vizinhos muçulmanos. Esse fato deu no início aos países muçulmanos uma enorme confiança que acabariam em pouco tempo com o Estado de Israel. A partir da década de 70 passaram a recorrer sobretudo a acções de natureza terrorista.

1948. 24 horas após ter sido criado, o Estado de Israel é invadido pelos exércitos regulares de Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque. A guerra só termina em 1949, com uma nova configuração das fronteiras.

1956. Uma aliança entre o Egito, Síria e Jordânia proclama internacionalmente o fim do Estado de Israel. Pouco antes de ser invadido, as tropas israelitas avançam e derrotam as forças inimigas. A paz só voltou meses depois.

1967. Uma nova invasão é anunciada. O Egito lidera de novo uma aliança com a Jordânia e a Síria para riscar do mapa Israel. Pouco antes da anunciada invasão, Israel ataca e destrói os exércitos inimigos. A paz tardou em voltar.

1973. O Egito, a Síria e a Jordânia lançaram-se numa nova invasão, mas desta vez de surpresa. Como nas vezes anteriores, acabam por ser derrotados. A paz levou anos a ser atingida: Egito (1979), Jordânia (1994).

1978. O Líbano, embora tenha participado na invasão de 1948 de Israel, manteve alguma neutralidade durante décadas. A partir do inicio década de 70 passa a ser utilizado como um base para ataques terrorista contra Israel por parte dos palestinianos. Face a esta situação, Israel vê-se obrigado a invadir o Líbano, primeiro em 1978 e depois em 1982 quando mergulhou num verdadeiro caos. Em 2000 retira-se sem ter conseguido acabar com os grupos terroristas locais.

2006. O Líbano está transformado num Estado fantasma, controlado desde os anos oitenta por uma organização terrorista - Hezbollah (Partido de Deus) - armada e financiada pelo Irão e a Síria. Em 2006 atacou Israel com misseis iranianos, lançando desta forma o Libano em mais uma onda de morte e destruição.

Terrorismo. A partir da década de 1970 que a guerra contra Israel passa a ser feita de forma sistemática através de acções terroristas praticadas em Israel e no exterior. Em 1977, por exemplo, foi assassinado em Lisboa o embaixador israelita.

Estas organizações terroristas, como o Setembro Negro, Abou Nidal, Hamas, Hezbollah, financiadas por vários países árabes, passaram a atuar segundo uma estratégia mais global de ataque aos valores do mundo ocidental. Israel tornou-se para o mundo islâmico, no símbolo do Ocidente e tudo o que de negativo lhe é atribuído.

A Anunciada Guerra. Mais ano menos ano a guerra irá eclodir. O Irã desde 1978 que anuncia que se está a preparar para acabar com o Estado de Israel. Em 2006 relançou o seu programa nuclear. A Síria não esconde idênticos objectivos, só espera por uma boa oportunidade. A paz nunca foi estabelecida com Israel e a questão das Colinas de Golã está em aberto. Enquanto a guerra não acontece, ações terroristas financiadas por estes países procuram desestabilizar Israel, o inimigo a riscar do mapa.

Fonte: http://confrontos.no.sapo.pt/ page5Israel. html
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