26 julho 2007

HEEINN???

19 julho 2007

Heinn?


JESUS E A MORTE

de Dennis Downing


Logo depois, Jesus foi a uma cidade chamada Naim, e com ele iam os
seus discípulos e uma grande multidão. Ao se aproximar da porta da
cidade, estava saindo o enterro do filho único de uma viúva; e uma
grande multidão da cidade estava com ela. Ao vê-la, o Senhor se
compadeceu dela e disse: “Não chore”.

Depois, aproximou-se e tocou no caixão, e os que o carregavam
pararam. Jesus disse: “Jovem, eu lhe digo, levante-se!” O Jovem
sentou-se e começou a conversar, e Jesus o entregou à sua mãe. Todos
ficaram cheios de temor e louvavam a Deus. “Um grande profeta se
levantou entre nós”, diziam eles. “Deus interveio em favor do seu
povo.” Essas notícias sobre Jesus espalharam-se por toda a Judéia e
regiões circunvizinhas.
- Lucas 7:11-17

Duas grandes multidões se encontram. Uma segue um corpo morto. Outra
segue o Senhor da vida. Até hoje a humanidade se divide nestes dois.
Infelizmente, ainda hoje o maior grupo não segue o caminho da vida,
mas, rumo ao cemitério.

Quando Jesus diz para a mãe não chorar, não é que ele despreza a sua
dor. Marido morto, filho único sendo carregado para o enterro. A dor
dela era demais para agüentar. Será que Jesus pensou em sua própria
mãe, que em breve estaria passando por isso?

Jesus compreende nossas dores. Ele sente nossas perdas. E ele nos
conforta com o anúncio de que a hora de chorar terá fim.

Primeiro, as palavras de Jesus penetram a terrível dor de uma viúva
que acaba de perder seu único filho. Depois elas passam pela
escuridão do além e chamam de volta aquele que ela havia perdido para
sempre. Compaixão. Poder. Os homens que têm um, raramente possuem o
outro. Jesus reúne os dois como ninguém antes ou depois.

Quando Jesus ressuscitou o filho da viúva, ele mostrou que a morte
não tem a última palavra. A última palavra é de Jesus. É a palavra
mais poderosa que existe, e é uma palavra temperada com compaixão.
Como Max Lucado observou, Jesus "não ressuscitou os mortos por causa
dos mortos. Ele ressuscitou os mortos por causa dos vivos". Um dia,
toda a dor e sofrimento, todas as perdas que nos rondam se renderão à
palavra de Jesus. Quando Jesus fala, até a morte tem que recuar.

Graças a Deus pela esperança viva e verdadeira que temos em Jesus!
Fonte: http://www.hermeneutica.com

12 julho 2007

LAKEWOOD COMMUNITY é a igreja mais citada pela mídia americana nos últimos meses.

Localizada na cidade de Houston, capital do estado do Texas, é considerada atualmente como “a maior igreja evangélica dos Estados Unidos.” Segundo o jornal americano The New York Times e outros veículos midiáticos renomados internacionalmente como Washington Post, USA Today e Forbes.com, o título não para por aí. É, ainda “a igreja que mais cresce no continente norte americano”, possui cerca de 30 mil membros. No entanto, mais de 40 mil pessoas assistem aos cultos semanalmente, no templo. Além disso, cerca de 5000 crianças participam da escola bíblica dominical.


Nos últimos meses, ela tem sido alvo de críticas e elogios por parte da imprensa e de centenas de blogs particulares. A questão em pauta é a sua mais recente mega milionária aquisição: O estádio do time de basket ball, NBA`s Houston Rockets que foi arrendado por $11 milhões e oitocentos mil dólares, num contrato inicial de 30 anos, com possibilidade de renovação, para mais 30 anos, ao custo de $22.6 milhões. No contrato de leasing feito com o estado , melhorias foram exigidas . O prédio passou por uma luxuosa adaptação a fim de abrigar salas de aula state of art para cerca de 8 mil pessoas, livrarias, escritórios, restaurante, estacionamento coberto com 8 mil vagas, estacionamentos descobertos, estúdio de gravação, salas de edição, e espaço para transmissão radiofônica e televisiva. Uma infra-estrutura gigantesca, cuja renovação envolveu 500 pessoas em trabalho contínuo, durante 18 meses. Segundo informações do administrador executivo da Lakewood, Kevin Comes, em entrevista a revista Church Executive, publicada em outubro de 2005, o custo deste empreendimento não foi baixo: cerca de $64 milhões de dólares, somente para a re-estruturação . Um espaço chamado Compaq Center, remodelado para acomodar confortavelmente 16 mil pessoas sentadas na nave central mas, ainda com possibilidades de aumento. “Muitas pessoas colaboraram para que este sonho se tornasse realidade” , disse o pastor-chefe Joel Osteen na cerimônia de inauguração denominada “grand opening”, realizada nos dias 16 e 17 de julho de 2005. Milhares de pessoas tiveram seus nomes inseridos na “galeria dos campeões” que são placas fixadas na entrada do templo contendo o nome de todos os colaboradores do projeto. Para fazer parte deste time, o interessado é convidado a ser patrocinador de “ao menos” uma cadeira, ao custo de $ 2.500 dólares.

Liderada por Joel Osteen, mais conhecido pela imprensa como “O pastor sorridente” devido a sua contagiante simpatia, a igreja quadruplicou desde que ele assumiu o posto de Pastor Sênior em outubro de 1999, quando seu pai John Osteen - um dos fundadores da igreja - faleceu.

John Osteen iniciou as atividades da Lakewood num galpão de alimentos localizado no subúrbio de Houston, em 1959, no dia das mães. Foi autor de 45 livros e numerosos materiais de ensino e fitas de áudio. Considerado o “pastor dos pastores”, costumava dizer que não fazia diferença entre pregar para milhões de pessoas ou para apenas uma. Estava sempre envolvido no seu objetivo principal: “Pregar o Evangelho a toda a criatura”. Constantemente liderava seminários em Houston ou em outras partes do mundo. Joel Osteen, na época, desistiu de dar continuidade ao curso superior que vinha realizando na Universidade Cristã Oral Roberts com o intuito de expandir o ministério televisivo da igreja, em um canal local da cidade. Seu pai concordou em investir fundos neste projeto, mas com uma ressalva: A igreja nunca solicitaria dinheiro aos telespectadores. Suas primeiras experiências foram nas áreas de mídia e administração, onde dedicou-se arduamente, estabelecendo rapidamente reputação internacional.

Na metade do mês de janeiro de 1999, Joel foi surpreendido por seu pai com um pedido. A incumbência de ministrar o sermão no domingo pela manhã, estava sob a sua responsabilidade. Joel, nunca havia pregado e também não despertava interesse pelo assunto, estava muito feliz com o crescimento do ministério de mídia, ao qual, empenhava todas as suas forças, havia pouco tempo. No entanto, relutantemente, aceitou ao chamado. Muito nervoso, conta brincando que usou um par de sapatos de seu pai para sentir-se mais confiante. Ele não sabia, mas aquele dia era o início de uma grande carreira ministerial. Em menos de uma semana, depois do seu primeiro sermão, no dia 23 de janeiro de 1999, seu pai, aos 77 anos, partiu para estar com Cristo.

Recentemente, Pastor Osteen lançou um livro chamado “Your Best Life Now – Sua melhor vida agora” um típico livro de auto-ajuda que incita o leitor a uma reflexão profunda sobre a sua vida e a maneira como ela é administrada. Toca nos mais básicos instintos e desejos da humanidade como o sucesso e a felicidade, e aborda os segredos para o bem estar das amizades e dos relacionamentos conjugais e familiares. Além de ser uma receita de alegria e satisfação, Osteen, através de conselhos embasados biblicamente, ajuda o leitor a superar obstáculos e mostra que nossa vida tem um destino e um propósito divino. O livro, em poucas semanas tornou-se best-seller. É o mais novo integrante da lista “Os mais vendidos” do maior e melhor jornal dos Estados Unidos – Atingiu o topo da lista do The New York Times. Simplesmente o número 1. Um super lançamento que, recentemente, lhe possibilitou abrir mão do salário de $200 mil dólares recebidos da igreja .

Segundo o site Wikipedia, bens e contas bancárias de Osteen e Lakewood, têm sido investigados aos mínimos detalhes. Olie Anthony, executivo da Trinity Foundation - empresa especializada em investigar tele-evangelistas - confirma as minuciosas averiguações, em jornais americanos. Os resultados das investigações têm surpreendido ao público que insiste em julgar. “Não existe ilegalidade na aquisição do seu patrimônio, tampouco nas suas aplicações e movimentações financeiras”. Osteen, inclusive, paga taxas de sua casa avaliada em $ 2.2 milhões de dólares, o que legalmente deveria ser pago pela igreja, pois para a legislação americana, sua casa é considerada paroquial. A mídia considerou isso como um “bom exemplo”. Mas quando se tratam de pastores ou igrejas evangélicas, as críticas não cessam. Alguns repórteres investigativos como Steve Wilson do WXYZ.com, conhecido por criticar celebridades religiosas, sem ter o que dizer, apelam para a comparação com outros pregadores . Alguns dos que se envolveram em corrupção, como Jimmy Sweaggert e Tammy Fay Baker são citados. No seu artigo, intitulado “Um olhar para o evangelista Joel Osteen”, ele faz várias outras acusações, mas admite que não tem provas. Ele diz: “Minha mãe e milhares de outras amam este ‘cara’, mesmo sabendo que ele não seria o primeiro a ser outro diferente daquilo que parece ser”. Olie Anthony diz que seu reconhecimento vai além. Ele se hospeda em suítes caríssimas, nos hotéis mais requintados, voa somente em primeira classe, mas diferente dos outros pregadores mencionados, estes pagamentos não são feitos com o dinheiro da igreja. "Não existe nenhum resquício de fraude para incriminá-lo nem ao menos promessas não cumpridas, por isso eu o aplaudo”. Lakewood disponibilizou dois anos de auditoria fiscal para os repórteres, em resposta as acusações que vinham recebendo, e atualmente a diretoria tem deliberado sobre tornar sua previsão orçamentária pública.

Hoje, só nos Estados Unidos o público atingido com os programas de televisão, da igreja e do pastor Joel Osteen chega a 225 milhões de pessoas, sendo que 7 milhões assistem diariamente a um dos programas veiculados. Diversas redes de televisão como Discovery, USA Network, ABC Family, Black Entertainment Television, Trinity Broadcasting e Daystar Television Network transmitem a seleta programação - os cultos - que podem ser “ao vivo”, ou “gravados” em “tamanho integral” ou em “versão compacta”. Mais de 150 países também são atingidos através de redes de televisão internacionais como CNBC Europe, Vision Canadá, CNBC Austrália e Middle East Television. A programação também está disponível em rádios de diferentes alcances e os cultos podem ser assistidos “ao vivo” pela internet em diversos formatos tanto para conexão discada quanto para conexão em banda larga através do site www.lakewood.cc.

Apesar de ser uma casa de adoração, é imprescindível mencionar o profissionalismo de toda equipe que trabalha nas reuniões. Alguns jornalistas, ao redigirem matérias, enfatizam descritivamente, até mesmo a movimentação de dezenas de “indivíduos com fones de ouvido e muito bem vestidos” que andam freneticamente de um lado para o outro, aparentando extrema competência na execução dos serviços prestados. As apresentações musicais, realizadas semanalmente no palco da Lakewood, do ponto de vista “técnico”, por exemplo, podem ser consideradas superiores a alguns dos espetáculos seculares mais caros do século. Iluminação, gravação de som e imagem, três espetaculares super-telões LED com integração multimídia, e equipamentos de televisão que são “sonho de consumo” para muitas emissoras de TV, fazem parte do complexo sistema que a igreja utiliza para levar o evangelho na melhor qualidade possível até milhões de lares em todo o mundo. Músicos de alto nível e ministros como Marcos Witt, Israel Houston, Zamorano e Cindy-Cruse Ratcliff lideram um imenso coral e orquestra, que durante aproximadamente 40 minutos, preparam o ambiente para a ministração da mensagem geralmente ministrada por Joel Osteen, nos cultos em inglês, e Marcos Witt, nos cultos em espanhol, outros também participam. No domingo, três sessões são realizadas, duas pela manhã e uma à tarde, todas de casa lotada. Quando a programação é especial, a igreja não tem outra alternativa senão a de antecipadamente colocar ingressos à venda. A bilhetagem é aberta antecipadamente aos membros, mas a procura, freqüentemente, excede os limites. É o caso da celebração de Natal que ocorreu no dia 8 de dezembro com a apresentação do “Coro e sinfonia de Houston” e a participação de Marcos Witt e Cindy-Cruse Ratcliff.

Antes da mensagem, um ritual interessante acontece. Sob o comando do pregador, o povo faz uma declaração confessional. Com as bíblias levantadas, juntos, todos recitam: “Esta é a minha bíblia, Eu sou o que ela diz que eu sou, Eu tenho o que ela diz que eu tenho, Eu posso fazer o que ela diz que eu posso fazer, Hoje eu serei tocado pela Palavra de Deus, Eu audaciosamente confesso, que minha mente está alerta, meu coração está receptivo. Eu nunca serei o mesmo. Eu estou pronto para receber a incorruptível, indestrutível, sempre-viva semente da palavra de Deus. Eu nunca serei o mesmo. Nunca, nunca, nunca. No nome de Jesus. Amém.” Esta prática começou no mandato pastoral de John Osteen.

Lakewood, acolhe uma geração que não acredita em limites para expansão do reino de Deus. Seus dirigentes verdadeiramente acreditam que todas as coisas são possíveis para aqueles que crêem. Pastor Joel Osteen e sua esposa, Victoria, lideram esta geração com uma mensagem prática de encorajamento e transformação de vidas. O próprio lema da igreja remete a isto: “Descubra o campeão que há em ti”. Joel nos dá um magnífico exemplo prático: é preciso pensar grande para realizar o grande. Ele mesmo diz: “Eu acredito que nós podemos mudar o mundo através do Evangelho de Jesus Cristo e estou comprometido com a missão global da Igreja Lakewood. No entanto, para realizarmos esta visão, nos devemos reconhecer que ela começa aqui em Houston. Por isto investimos em nossas próprias famílias, e em nossos próprios bairros, porque eles são responsáveis pelo fortalecimento da nossa igreja local. Aqui é o alicerce de onde lançamos a Palavra para o mundo.”

As críticas parecem infindas. Quando não existe corrupção, o ataque continua e outras variáveis são analisadas. Intelectuais o acusam por ser “simplista” em suas pregações, mas em entrevista ao 7 Action News, Osteen defende-se dizendo:“Elas são simples, porque as verdades bíblicas são simples. Quando Jesus estava aqui, ele ensinava de forma simples, também.” Indagado sobre o uso da mídia e da tecnologia, ele rebate: “Eu acredito que se Jesus estivesse aqui hoje, também estaria utilizando a mídia e a tecnologia porque ela naturalmente nos torna maior”. Questionado sobre o alto valor financeiro recebido em doações, ele diz: “Nosso propósito continua o mesmo, mas é engraçado, a cada dia mais pessoas fazem doações”. Perguntado se Jesus pregaria em televisões, autografaria as bordas de um livro, voaria somente primeira classe e ficaria em hotéis caríssimos, ele comenta: “Eu acho que não existe nada errado nisso – Deus olha para os motivos do seu coração. Ele quer saber como você está abençoando os outros, como você está usando as bênçãos que Ele tem dado para você”. “A minha mensagem é: O nosso Deus é muito bom. Quando você vive de acordo com os seus princípios, eu acredito que o desejo dEle é o de que você seja saudável e muito feliz”.

11 julho 2007

Dia de Nascimento de Calvino! 10 de Julho

Morte e Glória de João Calvino

Por Daniel-Rops, da Academia Francesa, autor católico-romano,escritor de "História da Igreja" em 10 Volumes. O excerto encontra-seno Volume IV, "A História da Renascença e da Reforma (1)", pgs. 419-422, Ed. Quadrante - 1996.


Na véspera do Natal de 1559, quando pregava na Igreja de São Pedro, abarrotada de gente, Calvino teve de forçar a voz. No dia seguinte, atacou‑o uma tosse violenta e começou a escarrar sangue. O médico diagnosticou‑lhe uma doença contra a qual ainda não existia nenhuma arma: a tuberculose. O enfermo tinha apenas cinqüenta anos, e o seu caso não teria sido desesperado se o seu organismo, atacado desde há muito tempo por muitos inimigos, desgastados pelo trabalho e pelas preocupações, não fosse na realidade, o de um velho precoce ‑ o velho, cuja máscara trazia. Despertados pelo novo abalo, todos os males que já lhe eram familiares lançaram‑se ao ataque: pulmões, rins, intestinos, encéfalo e até os braços e as pernas. Dentro em breve, não houve uma única parte desse organismo que não fosse motivo e foco de dores terríveis.
Calvino suportaria essa provação durante cinco anos, com uma coragem física e uma firmeza admiráveis. Torturado pelas cólicas, pela febre e pela gota, nem por isso deixou de dar prosseguimento aos seus trabalhos, à sua correspondência, aos seus livros e mesmo à sua pregação, que no entanto lhe exigia um esforço sobre‑humano. Nos dias em que não podia manter‑se em pé, pregava sentado, e, se não conseguia andar, dois homens o levavam à igreja numa cadeira. Por vezes, as dores eram tão fortes que o ouviam murmurar, como numa prece a pedir a libertação: "Até quando, Senhor, até quando?"
Perante a morte que via aproximar‑se, mostrou‑se o que sempre fora: lúcido, firme e reservado. Nem uma só vez deixou transparecer temor ou fraqueza. Segundo um plano traçado com a sua lógica costumeira, fez o seu testamento e recebeu, uns após outros, os corpos constituídos da cidade, desde o Pequeno Conselho até os pastores. A estes, fez um longo e minucioso discurso, em que resumiu com fórmulas incisivas toda a sua obra, nesse tom de sincera humildade e tranqüilo orgulho que fazia parte do seu modo de ser. Convidou os seus colegas a mostrarm-se firmes e vigilantes para com essa "nação perversa e má" que lhes estava confiada, e concluiu afirmando‑lhes que não tivera outro desígnio sobre a terra senão ser‑vir a glória de Deus. Parecia ter ditado ali o seu testamento espiritual.
No entanto, a morte concedeu‑lhe um novo adiamento. Farel teve tempo de vir vê‑lo pela última vez. E ele próprio, o moribundo ‑ o seu aspecto era já o de um cadáver ‑, sabendo que, de acordo com a legislação eclesiástica por ele estabelecida, a reunião das "censuras" trimestrais recaía no dia 19 de maio, ordenou que o levassem até lá para participar pela última vez dessa fraternal acusação de culpas. Humildemente, foi o primeiro a sub­meter‑se à censura e a deixar que lhe referissem os seus defeitos: "Ira,teimosia, crueldade e orgulho". Depois, com a voz ofegante, cortada sem cessar por acessos de tosse, falou durante duas horas, prevenindo os seus ouvintes contra as más inclinações. A seguir, elevando‑se aos grandes princípios, comentou apaixonadamente o Evangelho.
Foi esse o seu último ato público, e o esforço exigido deixou-o esgotado. No dia seguinte, sobreveio nova expectoração sangüínea. Não abandonou mais o leito e falava com dificuldade, exceto para murmurar as suas orações. Ouviam‑no dizer várias vezes: "Senhor, tu me esmagas, mas para mim é suficiente que seja pela tua mão". Ninguém o viu entregar a alma ao Criador, calmamente, em 27 de maio de 1564, por volta das oito da noite. De acordo com a vontade que manifestara no testamento, envolveram‑lhe o corpo num grosseiro pano cru e depositaram‑no num caixão de pinho semelhante àqueles com que se enterravam os pobres. Sem discurso e sem cantos, foi conduzido por uma imensa multidão ao cemitério de Plainpalais. Não se erigiu nenhum monumento sobre o túmulo, nem mesmo uma cruz ou a menor pedra. Assim desejara ele regressar ao pó, no anonimato e no silêncio. E ninguém pode hoje indicar com certeza o lugar onde jaz João Calvino.
Poucos homens, no entanto, deixaram sobre a terra um rastro tão profundo. Quem poderá negar a sua grandeza? Semeou grandes idéias, realizou grandes coisas e determinou grandes acontecimentos. A história não teria sido tal como foi se ele não tivesse vivido, pensado e agido com a sua vontade implacável. Perto de cinqüenta milhões de cristãos seguem hoje os seus ensinamentos, dos quais quarenta e um entre os reformados e os presbiterianos, e cinco entre os congregacionalistas. Talvez não haja nenhum setor do protestantismo onde não se possa encontrar alguma moeda do seu tesouro. Mas reconheceria ele como seus herdeiros aqueles que fazem profissão de prolongar a sua mensagem e que, no entanto, na sua quase totalidade, abandonaram a tese a que ele se apegava mais do que à vida ‑ a predestinação ‑ e muitas vezes deixaram deslizar a sua mensagem de fogo para uma espécie de sentimentalismo igualitário e moralizador? Essa é uma outra questão. Não resta qualquer dúvida, porém, de que a sua influência foi determinante, até no desenvolvimento do capitalismo, da democracia e do socialismo... Calvino pertence incontestavelmente ao pequeníssimo grupo de mestres que, no decorrer dos séculos, moldaram com as suas mãos o destino do mundo.
Não é fácil julgar um homem de tal calibre; só o pode fazer Aquele que "sonda os rins e os corações". Por isso, as opiniões a seu respeito têm sido sempre contraditórias; Michelet exaltava sem medida a sua obra libertadora"; Renan via nele um banal ambicioso obstinado. Podemos fazer coro com os seus partidários e admirar o seu gênio, a sua acuidade na apreensão dos grandes problemas e o seu poder de síntese e organização. Podemos mesmo admitir essa espécie de sedução fria que, como todos os grandes espíritos, exerce sobre os que gostam das idéias longamente perscrutadas e perfeitamente expressas. E seria cometer uma enorme injustiça não reconhecer o seu ardente zelo por Deus, a sua paixão por conquistar almas, a seriedade trágica com que sempre encarou a sua vocação e o seu indefectível sentido do dever. Mas como podemos deixar de notar que faltaram a essa personalidade excepcional as duas virtudes essencialmente cristãs que deveria tê-la modelado? A humildade verdadeira, não só perante Deus, mas também perante os homens, essa humildade que um dia haveria de levar São Vicente de Paulo a lançar‑se de joelhos aos pés de um transeunte que acabara de esbofeteá‑lo; e a bondade verdadeira, que sabe amar os homens apesar da sua abjeção, por causa da sua abjeção, e que toda a falta sempre encontra propensa à misericórdia. Perfeito leitor do Evangelho, Calvino teria compreendido os seus dois mais belos preceitos? Que é preciso ser o último na extremidade da mesa e que é necessário amar os inimigos?

[...]

As opiniões divergem também quanto ao seu papel histórico. "Calvino é o primeiro destruidor do protestantismo autêntico", diz um; "0 calvinismo salvou o protestantismo", diz outro. As duas opiniões são simultaneamente verdadeiras. É verdade que Calvino empurrou o protestantismo para longe das suas bases e para fins que Lutero não desejara. Mas os rumos que o monge de Wittenberg queria tomar não desembocariam nos impasses da anarquia ou da submissão aos Estados? 0 protestantismo ficou a dever a Calvino a sua ordem, a sua fé comum, os seus quadros, os seus métodos, e também esse ar grave e respeitável, mais do que amável, que se lhe reconhece. Deveu‑lhe um novo tipo de homem religioso.
Mas Calvino foi sobretudo o homem da ruptura decisiva, e é neste ponto, mais do que em qualquer outro, que um católico não pode deixar de sentir horror por ele. Muito mais do que Lutero, empenhou‑se com uma espécie de rigor luciferino em levantar uma muralha intransponível, ou um abismo, entre a Igreja que lhe dera o batismo e aquela que ele queria "erigir". Que o seu papel, dialeticamente, tenha podido ser afinal de contas favorável aos desígnios da Providência ‑ como o do seu predecessor ‑, e que o terrível raio com que ele feriu a cristandade tenha acabado por provocar nela o grande despertar, é uma verdade incontestável, mas nem por isso desculpa a sua falta. Depois dele, toda a esperança de recosturar os pedaços da Túnica inconsútil, tão horrivelmente dilacerada, se desfez durante séculos. Tal é, em última análise, o significado que se desprende desta vida humana e desta mensagem; tal foi o êxito de João Calvino.

Retirado e copiado de: DEUS PRO NOBIS

09 julho 2007

Aquecimento Global é terrorismo climático

Pesquisador diz que tendência dos próximos anos é o esfriamento da Terra e que efeito estufa é tese manipulada pelos países ricos

O professor Luiz Carlos Molion é daqueles cientistas que não temem nadar contra a corrente. Na Rio 92 (ou Eco 92), quando o planeta discutia o aumento do buraco na camada de ozônio, ele defendeu que não havia motivo para tamanha preocupação.
Numa conferência, peitou o badalado mexicano Mario Molina, mais tarde Nobel de Química, um dos primeiros a fazer o alerta. Agora, a guerra acadêmica de Molion tem outro nome: aquecimento global. Pós-doutor em meteorologia formado na Inglaterra e nos Estados Unidos, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim e representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial, esse paulista de 61 anos defende com veemência a tese de que a temperatura do planeta não está subindo e que a ação do homem, com a emissão crescente de gás carbônico (CO2) e outros poluentes, nada tem a ver com o propalado aquecimento global. Boa notícia?
Nem tanto, diz. Molion sustenta que está em marcha um processo de resfriamento do planeta. "Estamos entrando numa nova era glacial, o que para o Brasil poderá ser pior", pontifica. Para Molion, por trás da propagação catastrófica do aquecimento global há um movimento dos países ricos para frear o desenvolvimento dos emergentes. O professor ainda faz uma reclamação: diz que cientistas contrários à tese estão escanteados pelas fontes de financiamento de pesquisa.
ISTOÉ - Com base em que o sr. diz que não há aquecimento global? Molion - É difícil dizer que o aquecimento é global. O Hemisfério Sul é diferente do Hemisfério Norte, e a partir disso é complicado pegar uma temperatura e falar em temperatura média global. Os dados dos 44 Estados contíguos dos EUA, que têm uma rede de medição bem mantida, mostram que nas décadas de 30 e 40 as temperaturas foram mais elevadas que agora. A maior divergência está no fato de quererem imputar esse aquecimento às atividades humanas, particularmente à queima de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, e à agricultura, atrás da agropecuária, que libera metano. Quando a gente olha a série temporal de 150 anos usada pelos defensores da tese do aquecimento, vê claramente que houve um período, entre 1925 e 1946, em que a temperatura média global sofreu um aumento de cerca de 0,4 grau centígrado. Aí a pergunta é: esse aquecimento foi devido ao CO2?
Como, se nessa época o homem liberava para a atmosfera menos de 10% do que libera hoje? Depois, no pós-guerra, quando a atividade industrial aumentou, e o consumo de petróleo também, houve uma queda nas temperaturas.
ISTOÉ - Qual seria a origem das variações de temperatura?
Molion - Há dez anos, descobriu-se que o Oceano Pacífico tem um modo muito singular na variação da sua temperatura.
Me parece lógico que o Pacífico interfira no clima global. Primeiro, a atmosfera terrestre é aquecida por debaixo, ou seja, temos temperaturas mais altas aqui na superfície e à medida que você sobe a temperatura vai caindo - na altura em que voa um jato comercial, por exemplo, a temperatura externa chega a 45 ou 50 graus abaixo de zero. Ora, o Pacífico ocupa um terço da superfície terrestre. Juntando isso tudo, claro está que, se houver uma variação na temperatura da superfície do Pacífico, vai afetar o clima.
ISTOÉ - O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, da ONU) está errado?
Molion - O painel não leva em consideração todos os dados. Outra coisa que incomoda bastante, e que o Al Gore [exvice- presidente dos EUA e estrela do documentário Uma verdade inconveniente, sobre mudanças no clima] usa muito, é a concentração de CO2. O IPCC diz claramente que a concentração atingida em 2005, de 339 partes por milhão, ou ppm, foi a maior dos últimos 650 mil anos. Isso é uma coisa ridícula. Eles usam uma série iniciada em 1957 e não fazem menção a medições de concentração de gás carbônico anteriores. É como se nunca ninguém tivesse se preocupado com isso.
O aumento de CO2 não é um fenômeno novo. Nos últimos 150 anos, já chegou a 550, 600 ppm.
Como é que se jogam fora essas medidas? Só porque não interessam ao argumento? O leigo, quando vê a coisa da maneira que é apresentada, pensa que só começaram a medir nos últimos 50 anos. O Al Gore usou no filme a curva do CO2 lá embaixo há 650 mil anos e, agora, decolando. Ridículo, palhaço.
ISTOÉ - Esses temores são cíclicos?
Molion - Eu tenho fotos da capa da Time em 1945 que dizia: "O mundo está fervendo." Depois, em 1947, as manchetes diziam que estávamos indo para uma nova era glacial. Agora, de novo se fala em aquecimento. Não é que os eventos sejam cíclicos, porque existem muitos fatores que interferem no clima global.
Sem exagero, eu digo que o clima da Terra é resultante de tudo o que ocorre no universo. Se a poeira de uma supernova que explodiu há 15 milhões de anos for densa e passar entre o Sol e a Terra, vai reduzir a entrada de radiação solar no sistema e mudar o clima. Esse ciclo de aquecimento muito provavelmente já terminou em 1998. Existem evidências, por medidas feitas via satélite e por cruzeiros de navio, de que o oceano Pacífico está se aquecendo fora dos trópicos - daí o derretimento das geleiras - e o Pacífico tropical está esfriando, o que significa que estamos entrando numa nova fase fria. Quando esfria é pior para nós.
ISTOÉ - Por que é pior?
Molion - Porque quando a atmosfera fica fria ela tem menor capacidade de reter umidade e aí chove menos. Eu gostaria que aquecesse realmente porque, durante o período quente, os totais pluviométricos foram maiores, enquanto de 1946 a 1976 a chuva no Brasil como um todo ficou reduzida.

O aumento de CO2 não é novo. Nos últimos 150 anos, já atingiu 600 ppm. Mas o Al Gore usou a curva do CO2 de 650 mil anos atrás

ISTOÉ - No que isso pode interferir na vida do brasileiro?
Molion - As conseqüências para o Brasil são drásticas. O Sul e o Sudeste devem sofrer uma redução de chuvas da ordem de 10% a 20%, dependendo da região. Mas vai ter invernos em que a freqüência de massas de ar polar vai ser maior, provocando uma freqüência maior de geadas. A Amazônia vai ter uma redução de chuvas e, principalmente, a Amazônia oriental e o sul da Amazônia vão ter uma freqüência maior de seca, como foi a de 2005. O Nordeste vai sofrer redução de chuva. O que mais me preocupa é que, do ponto de vista da agricultura, as regiões sul do Maranhão, leste e sudeste do Pará, Tocantins e Piauí são as que apresentam sinais mais fortes. Essas regiões preocupam porque são a fronteira de expansão da soja brasileira. A precipitação vai reduzir e certamente vai haver redução de produtividade. Infelizmente, para o Brasil é pior do que seria se houvesse o aquecimento.
ISTOÉ - A quem interessaria o discurso do "aquecimento"?
Molion - Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados. O IPCC, o nome já diz, é constituído de pessoas que são designadas por seus governos. Os representantes do G-7 não vão aleatoriamente. Vão defender os interesses de seus governos. No momento em que começa uma pressão desse tipo, eu digo que já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. Os CFCs tinham perdido o direito de patente e haviam se tornado domínio público. Aí inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora. Em 1987, sob liderança da Margaret Thatcher, fizeram uma reunião em Montreal de onde saiu um protocolo que obrigava os países subdesenvolvidos a eliminar os CFCs. O Brasil assinou. Depois, ficamos sabendo que assinou porque foi uma das condições impostas pelo FMI para renovar a dívida externa brasileira. É claro que o interesse por trás disso certamente não é conservacionista.
ISTOÉ - Mas reduzir a emissão de CFCs não foi uma medida importante?
Molion - O Al Gore no filme dele diz "nós resolvemos um problema muito crucial que foi a destruição da camada de ozônio". Como resolveram, se cientistas da época diziam que a camada de ozônio só se recuperaria depois de 2100?
Na Eco 92, eu disse que se tratava de uma atitude neocolonialista. No colonialismo tradicional se colocam tropas para manter a ordem e o domínio. No neocolonialismo a dominação é pela tecnologia, pela economia e, agora, por um terrorismo climático como é esse aquecimento global. O fato é que agora a indústria, que está na Inglaterra, França, Alemanha, no Canadá, nos Estados Unidos, tem gases substitutos e cobra royalties de propriedade. E ninguém fala mais em problema na camada de ozônio, sendo que, na realidade, a previsão é de que agora em outubro o buraco será um dos maiores da história.
ISTOÉ - O sr. também vê interesses econômicos por trás do diagnóstico do aquecimento global?
Molion - É provável que existam interesses econômicos por detrás disso, uma vez que os países que dominam o IPCC são os mesmos países que já saíram beneficiados lá atrás.
ISTOÉ - Não é teoria conspiratória concluir que há uma tentativa de frear o desenvolvimento dos países emergentes?
Molion - O que eu sei é que não há bases sólidas para afirmar que o homem seja responsável por esse aquecimento que, na minha opinião, já acabou. Em 1798, Thomas Malthus, inglês, defendeu que a população dos países pobres, à medida que crescesse, iria querer um nível de desenvolvimento humano mais adequado e iria concorrer pelos recursos naturais existentes. É possível que a velha teoria malthusiana esteja sendo ressuscitada e sendo imposta através do aquecimento global, porque agora querem que nós reduzamos o nosso consumo de petróleo, enquanto a sociedade americana, sozinha, consome um terço do que é produzido no mundo.
ISTOÉ - Para aceitar a tese do sr., é preciso admitir que há desonestidade dos cientistas que chancelam o diagnóstico do aquecimento global...
Molion - Eu digo que cientistas são honestos, mas hoje tem muito mais dinheiro nas pesquisas sobre clima para quem é favorável ao aquecimento global. Dinheiro que vem dos governos, que arrecadam impostos das indústrias que têm interesse no assunto. Muitos cientistas se prostituem, se vendem para ter os seus projetos aprovados. Dançam a mesma música que o IPCC toca.
ISTOÉ - O sr. se considera prejudicado por defender a linha oposta? Molion - Na Eco 92, eu debati com o Mario Molina, que foi quem criou a hipótese de que os clorofluorcarbonos estariam destruindo o ozônio. Ele, em 1995, virou prêmio Nobel de Química. E o professor Molion ficou na geladeira. De 1992 a 1997 eu não fui mais convidado para nenhum evento internacional. Eu tinha US$ 50 mil que o Programa das Nações Unidas havia repassado para fazer uma pesquisa na Amazônia e esse dinheiro foi cancelado.

Em 1987, sob Thatcher, países subdesenvolvidos foram obrigados a eliminar os CFCs. Foi uma das condições impostas pelo FMI
ISTOÉ - O cenário que o sr. traça inclui ou exclui o temor de cidades litorâneas serem tomadas pelo aumento do nível dos oceanos?
Molion - Também nesse aspecto, o que o IPCC diz não é verdade. É possível que, com o novo ciclo de resfriamento, o gelo da Groenlândia possa aumentar e pode ser até que haja uma ligeira diminuição do nível do mar.
ISTOÉ - Pela sua tese, seria o começo de uma nova era glacial?
Molion - Como já faz 15 mil anos que a última Era Glacial terminou, e os períodos interglaciais normalmente são de 12 mil anos, é provável que nós já estejamos dentro de uma nova era glacial. Obviamente a temperatura não cai linearmente, mas a tendência de longo prazo certamente é decrescer, o que é mau para o homem. Eu gostaria muito que houvesse realmente um aquecimento global, mas na realidade os dados nos mostram que, infelizmente, estamos caminhando para um resfriamento. Mas não precisa perder o sono, porque vai demorar uns 100 mil anos para chegar à temperatura mínima. E quem sabe, até lá, a gente não encontre as soluções para a humanidade.

Mc verde
McDonald's usará em seus caminhões o óleo em que frita batatas. O meio ambiente agradece

Ambientalistas de todo o mundo colocam cada vez mais óleo na fervura – e fritam a rede McDonald’s como sendo uma das empresas que menos se comprometem com a preservação ecológica do planeta, sobretudo devido ao combustível convencional utilizado em sua frota de veículos. A poderosa multinacional do fast-food emprega cerca de 1,5 milhão de pessoas e atende diariamente 47 milhões de clientes em 120 países. A sua marca está em oitavo lugar entre as mais valorizadas do mundo (consultoria inglesa Interbrands), sendo tão conhecida a ponto de a conservadora revista The Economist se valer do Big Mac para cotejar o poder de compra entre as nações. Mas há uma pedra no meio do caminho, justamente a questão ambiental: devese a ela, segundo pesquisas recentes, o fato de pelo menos 2,5 mil britânicos dizerem que “odeiam” a marca McDonald’s. A resposta vem agora, dada pelo próprio vice-presidente do grupo americano, Matthew Howe: “Na segunda-feira 8, começaremos a usar o óleo da nossa cozinha como combustível de nossos caminhões. Deixaremos de emitir toneladas de poluentes. Vamos virar esse jogo.”
A proposta, vindo de uma empresa que carrega poder, fama e tradição, é o tempero que faltava a uma das alternativas mais comentadas (e defendidas) nos dias de hoje: o biodiesel. Trata- se de um combustível renovável e biodegradável, obtido a partir da reação química de óleos ou gorduras de origem animal ou vegetal, acrescidos com pouco álcool. É capaz de substituir total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em veículos como caminhões, tratores e caminhonetes. Através de pesquisas encomendadas pelo grupo, o McDonald’s, que já adequou o seu cardápio a regras nutricionais, decidiu agora converter imediatamente para biodiesel pelo menos 155 caminhões de sua frota que abastece 900 restaurantes no Reino Unido.
Curioso imaginar que aquele mesmo óleo que está fritando a sua batata servirá de combustível. Inicialmente, a mistura conterá 85% do óleo de cozinha usado em suas lanchonetes (que já é biodegradável) e 15% de óleo de canola puro. O resultado, porém, só ficará claro em números: anualmente o Mc- Donald’s deixará de jogar no ar cerca de 1,6 mil toneladas de carbono. Traduzindo: é como se todos os anos fossem tirados pelo menos três mil carros das estradas inglesas. Essa iniciativa ecologicamente correta, além de ajudar a combater a poluição, também angariará mais simpatia para a marca. Nos primeiros testes se comprovou que o motor de caminhão movido “ao óleo de batata frita” apresenta um rendimento 10% maior (por litro) em relação ao movido pelo diesel convencional – sem contar que o custo do biodiesel de canola chega a ser até 20% menor que o do derivado de petróleo. “Esse é o nosso exemplo de ajuda ao ambiente”, diz Howe.
Fonte: O Barriga Verde

05 julho 2007

Fé na prática!

ADEUS A INOCÊNCIA?

Manifesto cristão de alerta contra o avanço da defesa da pedofilia e da relação íntima entre ativismo homossexual e movimento pedófilo

NCI – Núcleo Cristão de Informação

O movimento ativista homossexual, conforme havia sido previsto por diversos especialistas e comentaristas, está agora atuando em prol da pedofilia. Confirma-se, finalmente, a antiga, muito comentada e até recentemente negada relação íntima entre homossexualismo e pedofilia.
Um exemplo claro dessa relação refere-se ao sr. Luiz Mott, presidente do Grupo Gay da Bahia e professor da UFBA. Este senhor é, sabemos, um dos principais mentores das mudanças pró-homossexualismo no Brasil, e um dos que orienta as práticas governamentais nessa área (dentre elas as “cartilhas da diversidade”, produzidas pelo governo e que estão permeando as escolas brasileiras) . Lidera, pois, a ideologia por trás de programas como “Brasil sem Homofobia” e o PL122/2006 etc.
De acordo com declarações públicas do próprio Mott, e conforme citadas no artigo de Jael Savelli (LEIA AGORA em: http://jaelsavelli. blogspot. com/2007/ 06/luiz-mott- pedofilia- j-enquanto- ainda.html), ele, como líder de tanta movimentação em prol dos “direitos homossexuais” no Brasil, é um pedófilo assumido (agora, de forma pública e inequívoca). Mas não é só isso: como tantos outros, defende e divulga a pedofilia, não tendo pudores em expressar seus desejos latentes por garotos adolescentes.
O mesmo Jael Savelli, no mesmo link citado, denuncia uma troca de e-mails entre Luiz Mott, o jornalista Leo Mendes (aquele, do Ministério da Saúde, e também tesoureiro da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros, que ficou conhecido por incitar publicamente as pessoas a fazerem sexo grupal em banheiro de cinema – e que continua impune), e Regina Facchini (antropóloga e vice-presidente da Parada Gay de São Paulo), onde aparecem, nas palavras do próprio Savelli, “conspirando descaradamente sobre como e quando começar a manobrar os ativistas das bases do movimento homossexual a assumirem a ‘bandeira de luta’ pela legalização da pedofilia, utilizando-se de artifícios semânticos manipulativos da realidade, numa aula prática sobre o modo como são tramadas e arquitetadas as revoluções sociais, posteriormente apresentadas como espontâneas, pura obra de engenharia comportamental, psicológica, política e social”.
Onde está a Justiça brasileira, que não põe gente dessa estirpe na cadeia, que não investiga coisas terríveis como uma conspiração para tornar legal a perversão e sodomização de nossas criancinhas? Antes, essa “Justiça” prefere ocupar-se em proteger e promover a depravação GLBT, a erotização infantil e a perseguição contra quaisquer posturas ou opiniões contrárias a tais crimes?
Outro nessa linha da perversão da infância, e que, pela abertura conquistada pelo movimento ativista homossexual, está assumindo sua condição de pedófilo, chama-se Denilson Lopes, professor da Faculdade de Comunicação da UnB e “pesquisador” do CNPq (será que ele usa o dinheiro dos contribuintes para financiar suas “pesquisas” e livros de divulgação de anomalias sexuais e para, provavelmente, “ensiná-las” em salas de aula, na UnB, quem sabe convencendo alunos incautos de que molestar criancinhas é bacana?). Esse senhor, que ousa fazer apologia do mais hediondo dos crimes previstos em lei, escreveu um artigo (LEIA AGORA em: http://www.paroutud o.com/colunas/ denilson/ 041208_denilson_ amandogarotos. htm) onde defende abertamente a pedofilia e acusa de “intolerância contemporânea” a tentativa da sociedade atual de “ainda” julgar essa “opção sexual” como sendo doentia. E ele argumenta que o caso é o mesmo do homossexualismo: foi doença ontem, mas hoje chega a ser estimulado, e que se os pedófilos continuarem usando as mesmas táticas e argumentos dos homossexuais, obterão sua plena liberdade de molestar pequeninos e estragar-lhes a vida para sempre.
Para esse professor homossexual da UnB, a pedofilia tem de caminhar para o mesmo tipo de consenso obtido pelo movimento ativista GLBT, através de estratégias de dominação do meio político, da mídia e da cultura popular – é a clássica estratégia que pode ser traduzida com a seguinte postura: “primeiro a gente aliena a sociedade, fornecendo informações contraditórias, fraudando números, fazendo propaganda intensiva e censurando as informações que atrapalham nosso objetivo; depois a gente faz parecer que é normal e comum, daí todo mundo aceita; depois a gente vai eliminando todos que discordam de nós, e jogando a sociedade alienada contra eles; terceiro, a gente vai dominando, dominando, até colocar todos debaixo de nós, e nos tornamos intocáveis”. No mundo das trevas, essa é provavelmente a exata descrição da conspiração que está por trás do movimento ativista GLBT no Brasil e no mundo. E que está dando certo, é claro – por enquanto.
Felizmente sobra gente lúcida, como Steve Baldwin, autor, orador e investigador de assuntos homossexuais, que prova definitivamente a relação entre pedofilia, assédio sexual contra crianças e o movimento homossexual (LEIA AGORA em: http://br.geocities .com/amigosdafam iliabr/Baldwin( portuguese) .doc). Baldwin usa as declarações e ações das próprias organizações de ativistas homossexuais que trabalham febrilmente em todo o mundo na propaganda ideológica GLBT, especializada no falseamento de informações, no forjar de estatísticas, no infiltrar-se em governos, na manipulação de autoridades, na promoção de campanhas de alienação, na caça e no fazer calar homossexuais e heterossexuais que discordam do aparelhamento ideológico dos ativistas, e na elaboração e aprovação de leis que os tornem uma casta intocável, acima de todo e qualquer outro ser humano.
No Brasil, um dos resistentes a essa onda de censura, perseguição e intolerância contra quem ousa ter opinião contrária à dos homossexuais e pedófilos (que agora assumem ser praticamente a mesma coisa), principalmente contra cristãos que ainda se mantêm fiéis à doutrina original de Jesus e aos seus conhecimentos milenares, é Julio Severo, que tem alguns bons artigos os quais, se fossem lidos por mais gente com discernimento, em vez de negligenciados pela turba de alienados que hoje perfaz grande parte de nossa sociedade, estariam ajudando a manter alguma linha de defesa contra o avanço impune de pedófilos contra nossos filhos e netos, em breve vítimas potenciais de tais criminosos. Como ainda não têm conseguido calar Julio Severo, este tem passado a receber ameaças de morte da parte de ativistas.
Um nome de grande destaque no país, no que se refere à experiência com o movimento de apoio a homossexuais que não se harmonizam com a ditadura intolerante do movimento ativista GLBT, e àqueles que desejam deixar a homossexualidade (inclusive com muitos casos de sucesso), é o da psicóloga Rozangela Justino. Aliás, por sua atuação à frente de iniciativas de conscientizaçã o e descortinamento dos bastidores do movimento GLBT, por sua ajuda a homossexuais não-alinhados com a militância gay, e por suas ações em prol de uma coalizão principalmente entre cristãos para enfrentar as investidas dos radicais, Rozangela tem sido vítima de intensa perseguição e censura.
Ainda há, no movimento ativista GLBT, alguns que insistem em continuar negando a íntima relação homossexualismo- pedofilia – uns negam por pura ingenuidade e desconhecimento, enquanto outros, por saberem que é estratégico negar, para que a pedofilia avance nos bastidores sem comprometer as conquistas do lobby homossexual. Usam, inclusive, argumentos que não se fundamentam nas evidências reais, de que os pedófilos seriam mais hetero do que homossexuais (esta versão falsa já está definitivamente derrubada, conforme revelam leituras indicadas no presente texto).
Agora, no entanto, não é mais possível negar: até recentemente, apenas associações de homossexuais pedófilos, como a NAMBLA, nos EUA, tinham coragem de se expor nessa área; depois, os pedófilos, que hoje se sabe serem extremamente organizados e que, conforme revelam as organizações desbaratadas, podem incluir pais, juízes, policiais, políticos etc., estão se organizando em partidos políticos para defenderem seus interesses; finalmente, para desespero das pessoas normais, no rastro das aberturas proporcionadas pelo ativismo homossexual, os pedófilos estão assumindo e declarando que há, sim, estreitíssimo vínculo entre o homossexualismo e a pedofilia. E, interessante: isso não tem sido dito por expoentes da pedofilia, mas do próprio homossexualismo.
A coisa está absolutamente clara: a pedofilia JÁ É a nova bandeira dos ativistas homossexuais, que agora não merecem mais serem chamados apenas de “homossexuais” , pois os fatos já depõem demais contra: em se tratando especificamente dos ativistas, que querem furiosamente impor a homossexualizaçã o a tudo e a todos, os termos mais adequados deveriam ser algo do tipo “hedonistas compulsivos sexuais tarados” – observe se isso não traduz quase tudo o que está por trás desses comportamentos anti-naturais.
Quase porque há um aspecto a mais, e bastante sério. Talvez se pudesse dizer que parcela considerável destes escravizados por tais comportamentos possa ser de endemoninhados. Isso mesmo: endemoninhados, possessos por espíritos malignos. Afinal, é difícil de acreditar que seres humanos, por si sós, sem estarem sob o domínio de algum distúrbio comportamental grave, senão de alguma entidade espiritual malévola, possam chegar a um nível de degradação tamanho, a ponto de não só considerarem como normal homens se viciarem na introdução do pênis no ânus uns dos outros, e mulheres se relacionarem entre si com inserção vaginal de dedos, línguas e objetos, mas também atingir o cúmulo de considerarem que o sexo com crianças possa ser algo aceitável e até recomendável.
O senhor Mott, líder máximo do movimento GLBT no Brasil, e orientador-mor das iniciativas governamentais de homossexualizaçã o da sociedade, cita ritos sexuais envolvendo crianças, supostamente praticados em algumas comunidades tribais e em religiões afro-brasileiras, como argumento em defesa da pedofilia. Entretanto, nem mesmo é preciso ser cristão para se convencer que qualquer sociedade, tribal ou contemporânea, que se preste à perversão de abusar sexualmente de crianças, faça ou não parte da cultura deles, é, muito provavelmente, dominada por demônios de todas as castas.
E é justo nesse ponto que começa a se delinear a perspectiva do Prof. Dr. Comendador Luiz Mott: como antropólogo, ele teve maiores facilidades de ingressar no mundo de certas culturas que divinizam o demônio e que a ele se submetem, inclusive com rituais medonhos que incluem o beber sangue, o fazer sacrifícios de animais e até de humanos – que dirá o sexo com crianças. Dentre estas culturas estão algumas culturas tribais e os bastidores das religiões afro-brasileiras mencionadas pelo próprio Mott em suas citações em favor da pedofilia. Talvez seja essa uma das razões pelas quais o Dr. Mott tenha tido tanta ânsia em migrar para a Bahia, terra das religiões afro-brasileiras, onde abunda, de forma desenfreada, nos terreiros, a prática do homossexualismo e do bissexualismo, não raro atribuída, no dizer deles, à dominação (leia-se escravidão) espiritual exercida por “entidades” como a “pomba-gira” e outros ícones bem conhecidos dos estudiosos da demonologia.
É claramente sintomático o Prof. Dr. Comendador Luiz Mott declarar que sua mudança para se assumir como “bichona” (nas palavras dele) e como tarado por negros e por crianças foi vinculada ao fato de deixar de crer em Deus, e que isso foi ajudado por uma antropologia materialista e relativista. Pelo menos esse senhor assume que sua condição de profunda perversão, depravação e desvio mental se origina na própria decadência de seu estado espiritual, quando decidiu expulsar Deus de sua vida. Agora, fica por aí, livre e impunemente, servindo de referência para estabelecer o que é certo e errado em matéria de sexo e de moral social, justo para uma sociedade ávida pelo tipo de discurso hedonista e depravado de compulsivos sexuais indômitos como Mott – discurso, porém, disfarçado de “direitos humanos” e que engana, com relativa facilidade, quem não está verdadeiramente bem informado sobre as conspirações que rolam nos bastidores da política, da mídia e do movimento GLBT.
Negando a existência de Deus, entregando-se aos seus impulsos e apetites sexuais mais grotescos, desconhecendo a importância do ato de resistir para a manutenção do equilíbrio psicológico de qualquer ser humano, o Dr. Mott se rendeu a paixões infames – ele mesmo admitiu que já teve relações sexuais com mais de 500 homens, sabe-se lá quanto mais desde então. Ora, se isso é considerado “normal” e não se pode dizer tratar-se de alguma espécie de transtorno obsessivo-compulsiv o totalmente descontrolado, então podemos decretar o óbito da psicologia e da psiquiatria como ciências, e admiti-las como meras ideologias mercenárias, a serviço de quem está dominando o establishment do momento.
A consciência patológica desse professor da UFBA deve doer tanto que talvez isso o esteja lançando numa incessante busca por uma forma de aliviá-la – e uma maneira interessante para isso seria, coincidentemente, tentar subverter o mundo à sua volta, contaminando- o e tornando-o igual ao seu mundo. Afinal, quem sabe se a aceitação pública amorteceria um pouco a dor de consciência, que o consome por dentro? Pois é isso mesmo que o sr. Mott tem feito e promovido nesse país, liderando hordas de ativistas dominados pelos mesmos apetites sexuais, vorazes, desvirtuados e em franco descontrole; e, na ânsia de reinarem absolutos sobre tudo e todos, na prática de sua compulsão sem freios, sem o risco de serem sequer criticados, incomodados, atingidos, estão caminhando a passos largos na implantação sorrateira de uma das mais sórdidas ditaduras jamais vistas.
A idéia elementar que evita a destruição da civilização sempre foi e continua sendo o autocontrole, que inclui resistir, e, por que não dizer, reprimir aqueles impulsos e apetites que, independente de suas origens, ferem a pessoa humana, seja no físico, seja na psique. Negar, por exemplo, que o ato homossexual não fere a natureza humana e biológica, e, pior ainda, negar que o sexo com crianças não as prejudica psicologicamente, são posturas de conseqüências sociais e psicológicas hediondas, monstruosas e criminosas.
O fato é que a primeira negação já foi legalizada mundo afora, e agora estão tentando a segunda – basta terem o lobby adequado, a propaganda ideológica exata, a manipulação precisa das autoridades certas, e aí não tardará até que os ativistas consigam “legitimar” a pedofilia. O começo é fácil: basta “provar”, falsamente, que pedofilia não é “estupro de crianças”, e para isso basta convencer as autoridades (muitas delas homossexuais e pedófilas) e as massas levianas e ignorantes, de que “criança já tem sexualidade”, que criança tem o “direito” de seguir sua “orientação sexual” e de “decidir com quem quer fazer sexo”. Ignorando o que está provado pela ciência, de que a criança pode ser induzida pelo adulto a fazer coisas que não quer e não deseja, e que, mesmo induzida a querer, também está provado que isso também é abuso, pois deixa marcas horrendas e permanentes em sua personalidade, os defensores da pedofilia estão trabalhando pesado para convencer a população de que sexo com criança deve ser permitido, legalizado e que não causa mal nenhum.
Não só a prática, mas a mera apologia à pedofilia, como a feita pelos professores universitários e funcionários públicos, Luiz Mott e Denílson Lopes, deveriam ser punidas severamente, como crime hediondo, inafiançável – mais do que adequados para a prisão perpétua, pena que infelizmente não existe nesse país de impunidades. Entretanto, o que está ocupando a agenda dos senadores da República não é algo com esse nível de gravidade e de perigo social, mas sim o PL 122/2006, que objetiva tornar crime hediondo a simples menção de que o homossexualismo seja pecado, ou a mera expressão de opinião de que o ato homossexual é antinatural. Chamam isso de homofobia e querem por na cadeia quem for acusado desse delito forjado. Quanto à pedofilia, seu combate parece ser matéria apenas de certos discursos enquanto a mesma AINDA não tem o espaço que já está cortejando – mesmo assim, só são processados os que são pegos praticando-a. Defendê-la pode, sim. Até entre acadêmicos. Até publicamente. Não pode é dar opinião, pública ou privada, contra homossexualismo. Isso dá cadeia. Perceba-se o contraste. E imagine o que está por trás desse engodo.
A enorme força de influência de homossexuais como o Prof. Dr. Comendador Luiz Mott, da UFBA e assessor do Ministério da Saúde, defendendo a pedofilia e liderando o movimento GLBT no Brasil; do Prof. Denílson Lopes, da UnB e “pesquisador” do CNPq, usando a academia para fazer apologia à pedofilia; do jornalista Leo Mendes, que lidera os programas anti-AIDS do Ministério da Saúde, incitando publicamente homossexuais a participarem de sexo grupal em banheiros de cinema; dos organizadores da Parada Gay de São Paulo, fraudando dados estatísticos e promovendo o uso de drogas durante a parada, com apoio do Ministério da Saúde; e tantos outros, lança uma luz sobre o que de fato está por trás não só do movimento ativista pelos “direitos” dos GLBT, mas também o que está orientando as iniciativas que tentam, ao mesmo tempo, calar e perseguir os cristãos, e promover a erotização e a sexualidade precoce entre crianças e adolescentes nas escolas públicas, com o uso de cartilhas, “treinamento” de professores, estabelecimento de políticas públicas, elaboração de leis inconstitucionais de censura e perseguição etc. Há, sim, um plano sórdido e demoníaco para que os cristãos sejam amordaçados e imobilizados, e para que o sexo sem qualquer limite se torne o marco da sociedade atual – evidentemente, será também o marco do início da deterioração que nos levará às condições previstas na Bíblia, de caos social e moral, de esfriamento do amor, de ampla depravação e perversão, de pessoas incontinentes, cenário que precede o advento do anticristo e o final dos tempos...

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

02 julho 2007

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ

por Ernesto Artur

Quando li estes conselhos pela primeira vez, não pude deixar de pensar o que a vida moderna tenta nos impor diariamente. Leia e leve a sério! Pois a vida é uma só, e depende de como você a leva. Quando publiquei estes conselhos "amigos-da-onç a" em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto serviu-lhes de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias,
conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes, sempre com muita comida gordurosa, bebida e cigarro.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo e o fôlego tome logo estimulantes
e energéticos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último o mais importante: não se permita ter momentos de oração e meditação diante de Deus. Isto é para crédulos e tolos. Repita para si: Eu sou a minha própria religião.

Então. Você faz parte desse time? Se fizer, ainda está em tempo de rever suas atitudes.

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