27 janeiro 2010

Pense Nisto: PARA QUEM AINDA NAO CAIU NO BURACO…

Quem não perdeu a fé, perdeu a alegria da fé e também sua pureza.
É verdade que ainda há “sete mil” que andam cheios de fé, de amor e do Espírito Santo.
Todavia, a maioria pereceu...
Os que ainda estão vivos, muitos estão vivos como a Igreja em Tiatira, apenas na fachada. Por trás, todavia, rola de tudo... E Jezabel profetiza suas seduções.
De outro lado há os que são cheios de doutrinas da fé; e que não toleram os hereges; mas que não sabem mais nada de amor. Portanto, estão mortos.
A maioria se dedicou às aparências ou às barganhas com Deus.
Para esses, Deus ama a imagem. Afinal, o Deus dos carros e das grifes tem que amar muito mais luxo e prosperidade do Calvin Klein. É por isto que vestem ternos ou as melhores roupas para irem à Casa do Senhor.
Mentira, todavia, é a qualidade essencial para que se dê um bom testemunho nesse lugar!...
Os sinceros, honestos, francos e simples — esses são disciplinados.
Não servem para a Confraria da Imagem...
E olhe que os Protestantes dizem que odeiam as imagens de escultura...
De imagem de escultura pode até ser que não gostem; especialmente as de gesso, de Maria, ou aquelas do Capiroto brega, vestido de vermelho e com aquele tridente ao estilo grego de Poseidon.
No entanto, o culto à imagem..., aos modos, ao jeito, à roupa sóbria, ao cabelo, ao modo de falar, às palavras que se usa, aos termos do gueto; e, sobretudo, o culto à imagem como testemunho ou demonstração pública de poder intelectual, moral, financeiro, relacional, e, para os que buscam o lucro, o culto ao status religioso ou sobrenatural — são os grandes cultos às imagens que se pratica no meio dos que odeiam as imagens de escultura.
O fato é que somente um milagre salva o que está aí de experimentar a derrocada total.
Em meio a isto tudo me preocupo muito com as crianças, com os filhos desta geração de zumbis arrogantes.
O que fazer?
Ora, penso que o Apocalipse diga tudo:
Continue o santo a santificar-se e o imundo a sujar-se, pois, o fim está próximo.
Quem, porém, ainda enxerga os sinais destes tempos, então, procure o Refugio, pois, não é bom e nem alvissareiro o que nos aguarda.
Eu quisera poder dizer outra coisa, o que certamente me faria muito bem ao coração. Porém, me sinto como Jeremias, que, cansado, pedia a Deus para que não tivesse que dizer que o “mal estava chegando” como um cavalo intrépido.
Quem ama o Evangelho, por favor, não perca mais tempo. É hora de cada um tomar o seu bordão, calçar as sandálias e se por no caminho...
É tempo de apenas pregar o Evangelho do Reino de Deus, esquecendo-se de todas as falsas importâncias que nos abismaram nesse Buraco Negro, que a tudo suga para seu centro de Nada compacto.

Nele,

Caio
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