15 fevereiro 2010

Pense Nisto: COMO ME DEFINO?

Já deu para perceber que eu sou apenas quem eu sou.
Por exemplo, neste site as coisas ficam como ficam, e nem sempre as releio, porque quero que elas sejam como saíram de mim—mesmo quando vão sem acento e sem assento.
A letra mata até no site.
Não que eu goste de cometer erros ortográficos ou que ame ver virgulas fora do lugar ou mesmo construções de frases inteiras que eu escreveria, se desejasse, infinitamente melhor.
O estilo?
Qual?
Sai como sai—sai como pensamento.
São conversas longas que tive comigo e que tentei resumir como uma página de diário.
Tem história e sentimento—é só o que tem.
Para mim o resto é o resto, não o que resta!
Agora mesmo, eu estava no quarto pensando que nos últimos quatro dias, pelo menos cinco pessoas me perguntaram como eu me defino.
Como eu me defino?
Como assim?
De fato, o que desejavam saber é como eu me categorizo no mundo dos seres que os outros pensam que são alguma coisa. Ou seja: se sou pastor, evangelista, pensador, mestre, pregador, comunicador, escritor e ...o quê?
Minha resposta foi uma só: sou apenas um homem que sendo como é, veio a conhecer Jesus e amar Sua Palavra. Sou um amante. Um amante de Deus. Um amante de Sua Palavra. Um amante de Jesus. Um amante dos homens. Um amante da Graça, que antes de tudo, me fez Sua própria amante—foi quem me seduziu!
Eu sou um amante da Palavra de Deus.
É só o que sou!
Passo o dia absorto por isto. Como, sinto, cheiro, sofro, me alegro, divago, brinco, discirno, vejo filme, nado, brigo, explodo de afeto, cometo raiva, me arrependo, recomeço, entendo, descubro que ainda falta tudo, volto para o fim da fila, me impaciento, me contento, avanço, retrocedo, mergulho, salto, ando na cidade e entro na floresta, com a Palavra rodando como um programa que não cessa. Uma espécie de softer-essencial.
Então, não tenho como me autodefinir senão como amante da Palavra.
Quando eu prego sinto que Deus tem prazer.
Meu coração se enche do prazer de Deus.
A leitura da Bíblia não acontece mais de fora para dentro do texto, mas de dentro da Palavra para o texto e, depois, para o contexto.
Sinto intimidade.
Amantes sentem intimidade.
Quando escrevo, tento falar de modo natural para mim e acessível para os outros, somente aquilo que me habita o ser.
Evangelizar, para mim é anunciar esse bem que vive em mim. As demais coisas seguem essa importância.
O mesmo digo de tudo o mais.
Tem que ser extensão de você...se você é um amante da Palavra.

Cada um me chame como desejar. Meu nome, todavia, é Caio.
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