12 setembro 2013

"Acrescentai à vossa fé... o domínio próprio..."

E por isso mesmo vós, empregando toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, e à ciência o domínio próprio, e ao domínio próprio a perseverança, e à perseverança a piedade, e à piedade a fraternidade, e à fraternidade o amor.
2 Carta de Pedro 1.5-7

A fé tem que ser mais que acreditar em feitos certos; deve traduzir-se em ação, em desenvolvimento do caráter cristão e na prática da disciplina moral, ou desaparecerá (Tiago 2.14-17).
O apóstolo Pedro faz uma lista de vários atos de fé:
a) aprender a conhecer melhor a Deus,
b) cultivar a paciência,
c) fazer a vontade de Deus, e
d) amar a outros.
Esses atos não se produzem automaticamente; requerem árduo trabalho.
Não são opcionais; devem ser parte constante da vida cristã.
Não terminamos com um para logo começar com o outro mas sim nos ocupamos de todos juntos.
Deus nos capacita e autoriza, mas nos dá também a responsabilidade de aprender e crescer.
Os falsos ensinadores diziam que não era necessário o domínio próprio porque as obras não ajudam a acreditar (2 Pedro 2.19).
É verdade que as obras não podem nos salvar, mas é absolutamente falso pensar que não são importantes.
Somos salvos de modo que podemos crescer à semelhança de Cristo e isso nos ajuda a servir a outros.
Deus quer produzir em nós seu caráter amoroso; mas para fazê-lo exige nossa disciplina e nosso esforço.
Quando obedecemos a Cristo com a direção de seu Espírito, cultivaremos o domínio próprio, não só em relação à comida e bebida, mas também com respeito a nossas emoções.

Márcio Melânia
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