18 junho 2017

Devocional para Domingo, 18 de Junho de 2017




Nós seres humanos precisamos confessar a DEUS o que fazemos de errado.
Precisamos confessar nossa incômoda propensão ao pecado. Precisa confessar nossa miserabilidade.
Mas não devemos parar por aqui. Para nosso próprio bem, precisamos confessar ainda nossos diferentes estados de alma, assim como fez o salmista: “Estou angustiado”, “A minha alma está inconsolável” e “Tão inquieto estou que não consigo falar” (Salmos 77.2-4).

Para esse tipo de confissão, não podemos escolher as palavras. Elas têm de fluir naturalmente. Não devem ser estudadas, aparadas, diminuídas, buriladas, atenuadas ou civilizadas. Têm de ser do tipo pão, pão, queijo, queijo. Têm de ser uma espécie de vômito. Pois são perguntas sem respostas, dores sem diagnóstico, medos sem definição, são entraves íntimos e particulares. São problemas incômodos, passageiros ou não. Enquanto represados, estancados, aprisionados, retidos, colecionados, esses dramas íntimos desgastam todas as nossas energias e vão criando feridas que serão difícil de curar.

O comportamento correto é fazer como aquele aflito que, quase desfalecido, derramou o seu lamento perante o SENHOR (Salmos 102, “Oração de um aflito que, quase desfalecido, derrama o seu lamento diante do SENHOR”). O certo é confessar desinibidamente a DEUS: “Estou assustado, inconsolável e inquieto!”

"SENHOR, estou definitivamente angustiado e inquieto. Tenho me sentido de maneira tal que até para falar tenho dificuldades. Meu amparo e consolo é o SENHOR. Somente em TI, ó DEUS, repousa a minha alma. Em Ti está minha confiança e alento. E por isto eu Te louvo, por Tua misericórdia ter me alcançado. Amém."///


Márcio Melânia
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