23 julho 2017

Devocional para Domingo, 23 de Julho de 2017



É preciso admitir o processo do envelhecimento e a proximidade da morte.
O autor deste Salmo não se incomoda de confessar: Pouco depois, no Salmo 109 ele aborda outra vez o mesmo assunto: “Vou me acabando como a sombra ao anoitecer; sou levado pelo vento como se eu fosse um inseto” (109.23).
Antes ele já havia orado a respeito: “Ó SENHOR DEUS, quanto tempo ainda vou viver? Mostra-me como é passageira a minha vida. Quando é que vou morrer?” (Salmos 39.4).
Se há fim é porque há início. E o salmista estava muito por dentro desse início de vida. Tudo começara não no dia de seu nascimento, mas nove meses antes, no dia de sua concepção. A partir daí, a partir da substância ainda informe, a partir do embrião, ele foi sendo maravilhosamente entretecido no ventre de sua mãe, sob o olhar perscrutador de Deus. Antes mesmo de completado em secreto aquele corpo, antes mesmo de vir à luz, Deus já sabia qual seria a duração daquela vida (Salmos 139.13-16).
O número de dias da vida humana  é registrada no livro de DEUS, ao qual ninguém tem acesso. Mas, a certa altura, começa o processo do envelhecimento, diametralmente oposto ao processo da gestação. A partir daí os cabelos começam a embranquecer, os braços começam a tremer, as pernas começam a falhar, os dentes começam a cair, a visão e a audição começam a sumir, e, por fim, “o cordão de prata” se rompe. Então, o pó volta ao pó e o espírito volta a Deus (Eclesiastes 12.1-8).
De nenhuma forma isto é diferente conosco. Estamos todos no mesmo caminhar. are agora um pouco e pense sobre isto antes que se "parta o cordão de prata". Pense por um momento na eternidade e para onde você irá.  Há uma Esperança para os cristãos que estão ligados a DEUS, Tome portanto a sua posição.
(.....)

"SENHOR,

Quero estar ao pé da cruz
De onde rica fonte
Corre franca, salutar
Do Calvário monte
A tremer ao pé da cruz
Graça eterna achou-me
Matutina Estrela ali
Raios seus mandou-me
Sempre a cruz, Jesus, meu Deus
Queiras abrigar-me
Junto a cruz, ardendo em fé
Sem temor vigio
Pois à terra santa irei
Salvo, além do rio
Sim, na cruz, sim, na cruz
Sempre me glorio
E enfim vou descansar
Salvo, além do rio".


(...)

Márcio Melânia
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