28 fevereiro 2009

Devocional para Sábado, 28 de Fevereiro, 2009

VERSÍCULO:
  Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas,
porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no
mundo.
   -- 1 João 4:4

PENSAMENTO:
  O mundo pode ser um lugar hostil aos cristãos. No entanto, Deus
quer que seus filhos espirituais saibam que não estão sós. Ele
habita em nós pelo seu Espírito. Podemos ter certeza que não
importa qual espírito alguém possa ter, nós temos o Espírito Santo
de Deus, que é maior, mais poderoso e mais glorioso. A vitória é
nossa porque a presença de Deus em nós é maior do que qualquer
força que jamais enfrentaremos. Nossa vitória é certa sobre todas
as forças, poderes, espíritos, ou oponentes.

ORAÇÃO:
  Querido Pai, por favor, dê-me a confiança, ousadia e convicção
de suas promessas. Eu quero viver bravamente para a sua glória e de
acordo com a sua vontade. Obrigado por me dar poder para um viver
vitorioso através do seu Espírito que habita em mim. Ao Senhor
sejam toda a glória, majestade, e louvor. No nome de Jesus. Amém.

27 fevereiro 2009

Devocional para Sexta-feira, 27 de Fevereiro, 2009

VERSÍCULO:
  Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te
digo: Não temas, que eu te ajudo.
   -- Isaías 41:13

PENSAMENTO:
  A vida fica difícil e a gente deseja ser criança de novo, e ter
alguém para cuidar de nós e nos proteger. A promessa de Deus vem
mais uma vez ao nosso mundo confuso e caótico. Deus estende sua
mão, tomando a nossa e nos conforta, como um pai amoroso, com as
palavras: “Não temas, eu sou contigo. Eu lhe ajudarei.” Mesmo
quando ele parece distante, o eco deste pensamento pode nos lembrar
de que jamais estamos sozinhos ou somos esquecidos. (Heb 13:5-6).

ORAÇÃO:
  Pai, cuja presença e ajuda estão sempre presentes, por favor,
ajude-me a ter fé de que o Senhor está lá. Eu confesso que algumas
vezes em minha vida eu me senti só, e para mim o Senhor pareceu
distante. Por favor, pelo seu Espírito, ajude-me a lembrar da sua
proximidade e do seu cuidado. Nos meus momentos de luta e dúvida,
por favor, faça sua presença conhecida. No nome de Jesus. Amém.

26 fevereiro 2009

Confissões de Lucifer

Depois de passar 6.000 anos vagueando pela Terra, aprendi muito da natureza humana, suas fraquezas, virtudes e seus desejos mais secretos.
Tenho consciência que minha causa foi derrotada, entretanto estou trabalhando freneticamente para levar ao destino que me aguarda o maior número possível de pessoas, pois sei que pouco tempo me resta [1].
Não é fácil a vida de um adversário do Todo Poderoso, principalmente porque Ele conta com um exército fiel espalhado pelo mundo inteiro que com suas orações produzem uma reviravolta em todo mal que intento. Felizmente são poucos os que oram de verdade, porque a maioria está mais preocupada consigo mesma, outros começam bem, me incomodam, mas logo desistem, pois não têm perseverança.
Fico admirado com o fascínio que exerço sobre alguns crentes, que falam mais de mim que de Deus. Rio muito quando eles tentam me amarrar, e dizem que naquela cidade eu não entro mais. Pois acaba a oração e eu continuo fazendo as mesmas estripulias. O que esses cristãos não entendem é que não devem lutar contra mim, mas buscar Aquele que tem mais poder que eu. Quando eu quase destruí a vida de Jó, ele não me dirigiu uma palavra sequer, mas dizia o tempo todo que sua causa estava diante de Deus, e que o seu Redentor vive. Quando humilhei Paulo colocando-lhe um espinho na carne, ele não tentou me acorrentar, mas apresentou sua fraqueza a Deus, que lhe deu vitória. Sinceramente, com gente assim não dá pra lutar.
Tenho prazer especial em atormentar esses que ficam preocupados comigo o dia todo. Eles dizem que me vêem em todos os lugares, até onde eu nem estou.... é muito engraçado. Com tais eu nem me previno, pois sei que são cristãos inseguros da fé que dizem possuir. Eles fazem parte daquele grupo que faz uma boa propaganda de mim, pois julgam que possuo muito mais poder do que realmente tenho e afirmam que fiz coisas das quais nada tive a ver. Na verdade, eu sou um pobre diabo, condenado e derrotado, mas da forma que falam, é como seu fosse onisciente e onipotente. Será que eles não sabem que eu não posso fazer absolutamente nada sem a permissão do Todo Poderoso? Ah, se não fosse por Ele.... mas, tudo bem, a propaganda é a alma do negócio.
Sou constantemente acusado de tirar muita gente da igreja. É mentira! Eles saem por que são levados pelos seus próprios interesses. Não fui eu quem instigou o filho pródigo a sair da casa do pai [2] e Demas abandonou o apóstolo Paulo porque amou mais o mundo do que a Deus [3].
Não tenho pretensão de tirar ninguém da igreja, pelo contrário. Quero deixá-los lá, pois farei de tudo para que sejam frios, apáticos, que fiquem brigando entre si por bobagem, que se dividam, e façam panelinhas entre eles. No que depender de mim farei com que tenham uma vida tão miserável, que quando forem evangelizar ninguém vai querer ter uma vida igual a deles. Outra estratégia que uso muito é a de fazer com que os valores da igreja se pareçam cada vez mais com o mundo, pois assim quando as pessoas passarem a freqüentá-la, elas não precisarão mudar nada, e continuarão fazendo as mesmas coisas de antes. Não é genial?
Adoro soprar mentiras nos ouvidos das pessoas, afinal quero fazer jus ao meu nome de "pai da mentira". É, eu digo-lhes que são como gafanhotos e eles acreditam, digo-lhes que são uns derrotados e eles nem se levantam da cama, digo-lhes que Deus não os perdoou por tal e tal pecado e eles ficam cheios de culpa.
Confesso também que sinto um enorme prazer em oprimir aqueles que se recusam a perdoar ao seu irmão, pois recebi carta branca do Todo Poderoso para atormentá-los com toda sorte de espíritos malignos [4], dos quais eu sou o principal. E não ponham a culpa em mim, pois só posso fazer isso se o cristão recusar a liberar perdão, pois quando ele perdoa é horrível a sensação de paz daquele coração, e eu saio correndo dali.
Acho muito engraçado quando usam sal grosso e oração forte contra mim. Nem ligo. Agora, o que eu temo mesmo é uma vida santificada. Contra um crente santificado, fiel e que tem a Palavra guardada no coração, desse eu fujo [5].
Como minha hora se aproxima eu estou trabalhando num projeto grandioso para este século. É uma estratégia tão ardilosa que são poucos os que a percebem. Todos buscam uma divindade para adorar, por isso eu estou dando "Deus" de todos os tipos e para todos os gostos. Eu estou enchendo o mundo de "Deus" para que eles fiquem tão confundidos que não saibam quem é o verdadeiro. Cada um pode ter o seu, do jeito que quiser. Vocês não imaginam como o povo gosta dessas novidades. Tenho queimado as pestanas inventando sacrifícios, novos rituais, e tenho levantado líderes que falam muito de Jesus, mas são meus súditos. Adoro soprar ventos de doutrinas porque os meninos na fé acreditam em tudo.
O meu objetivo com isso? Confundi-los e fazê-los imaginar que estão servindo a Deus. Agora, eu não aceito levar a culpa de tudo sozinho - eu só dou o que eles querem. Eles gostam do brilho, eles buscam glória pra si, eles crêem em todas as formas de misticismo, e eu nunca imaginei que esse povo gostasse tanto de ídolos. Séculos atrás lhes dei um bezerro de ouro, mas agora eles querem ídolos que cantam, que pregam, que profetizam....
Muitos falam que eu sou feio, e até pintam quadros horríveis dizendo que eu tenho chifres, pêlos e cara de bode. Desde a minha criação sou muito vaidoso e jamais aceitaria ser desta forma. Se vocês ouvissem aquele tal apóstolo Paulo saberiam como eu sou de verdade - sempre fui um anjo de luz, fala mansa, voz agradável, boa aparência e muito convincente [6]. Felizmente são poucos os que me reconhecem.
Para terminar, eu quero dizer a todos que não sou ateu ou agnóstico. Eu creio e tremo diante de Deus [7]. Mas eu não consigo, não consigo me submeter. Submissão significa obediência, e eu não quero ser servo. Aliás, tem muita gente indo comigo que também crê em Deus, pratica seus atos religiosos, freqüenta igreja, e é dessa mesma opinião.

Notas:
[1] Ap 12.12
[2] Lc 15.12
[3] 2Tm 4.10
[4] Mt 18.34-35
[5] Tg 4.7
[6] 2Co 11.14
[7]Tg 2.19

JC Forever

Devocional para Quinta-feira, 26 de Fevereiro, 2009

VERSÍCULO:
  Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu
sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a
minha destra fiel. 11 Eis que envergonhados e confundidos serão
todos os que estão indignados contra ti; serão reduzidos a nada, e
os que contendem contigo perecerão.
   -- Isaías 41:10-11

PENSAMENTO:
  As bênçãos de Deus não apenas repousam sobre nós, sua presença
vai conosco. Nem podermos estar num lugar onde ele também não
esteja conosco (Sal 139). Sua presença e poder nos sustentarão e
fortalecerão. Independente do que venha a acontecer nos nossos
corpos físicos ou mundos físicos, Deus nos deu triunfo sobre  todo
inimigo e toda maldade, em Jesus. Até os que duvidam de Jesus e são
seu inimigos adorarão nosso Senhor e se ajoelharão aos seus pés, e
reconhecerão que nossa fé não é só certa, mas também vitoriosa. (1
Tes. 1)

ORAÇÃO:
  Obrigado, querido Pai! O Senhor não é apenas o Deus dos Céus,
mas também o meu Deus. O Senhor me conhece e se importa comigo. O
Senhor escuta meus clamores por ajuda e misericórdia. O Senhor
compartilha nas minhas lutas e cargas. Por favor, livre-me de todo
inimigo, tanto físico quanto espiritual, e dê-me ousadia para
permanecer firme na fá no Senhor. Eu lhe peço isto no nome de
Jesus. Amém

25 fevereiro 2009

Dízimo -- preceito cristão?

Alderi Souza de Matos

A prática do dízimo é um tema controvertido nas igrejas evangélicas, tendo, de um lado, defensores apaixonados e, do outro, críticos ardorosos. Para alguns, é uma espécie de legalismo judaico preservado na igreja cristã. Para outros, trata-se de uma norma divina que tem valor permanente para o povo de Deus, na antiga e na nova dispensação. Os críticos do dízimo afirmam que sua obrigatoriedade é contrária ao espírito do evangelho, pois Cristo liberta as pessoas das imposições da lei. Os defensores alegam que essa posição é interesseira, porque permite às pessoas se eximirem da responsabilidade de sustentar generosamente a igreja e suas atividades. O grande desafio nessa área é encontrar o equilíbrio entre tais posições divergentes. O que está em jogo é uma questão mais ampla -- o conceito da mordomia cristã, do uso que os cristãos fazem de seus recursos e bens.

Os dados bíblicos
O dízimo (do latim “decimu”) pode ser definido como a prática de dar a décima parte de todos os frutos e rendimentos para o sustento das instituições religiosas e dos seus ministros. Trata-se de um costume antigo e generalizado, sendo encontrado tanto no judaísmo como nas culturas vizinhas do Oriente Médio. Essa prática é claramente estabelecida no Antigo Testamento, sendo até mesmo anterior à lei de Moisés (Gn 14.20; 28.22). O dízimo era devido primariamente a Deus, como expressão de gratidão por suas bênçãos e consagração a ele. Mais tarde, tornou-se um preceito formal na vida religiosa dos hebreus (Lv 27.30-32), sendo destinado especificamente para o sustento dos levitas (Nm 18.21-24). Em Deuteronômio, está associado a uma refeição comunitária festiva e ao auxílio aos necessitados (12.17-19; 14.22-29; 26.12-14). Às vezes era dado liberalmente (2Cr 31.5-6; Ne 10.37-39; 12.44) e em outras ocasiões retido fraudulentamente (Ml 3.8-10).

Nos escritos do Novo Testamento, o dízimo é mencionado explicitamente apenas nos Evangelhos e na epístola aos Hebreus, sempre em relação aos judeus. Jesus aprovou a prática, mas a censurou quando se tornava uma expressão de frio legalismo (Mt 23.23; Lc 11.42; 18.12; ver Am 4.4). Em Hebreus, é mencionado em conexão com Melquisedeque, uma figura do sacerdócio de Cristo (7.1-10). As epístolas paulinas falam muito sobre ofertas para a comunidade, mas sua ênfase maior é sobre as contribuições voluntárias (2Co 9.6-7). O Novo Testamento não fornece muitas informações sobre o sustento do trabalho regular da igreja. Todavia, as informações disponíveis destacam atitudes como gratidão, fé, amor e generosidade como motivações centrais da mordomia cristã.

O dízimo na história
No início da igreja, a informalidade e a simplicidade das estruturas não exigiam muitos recursos para sua manutenção. Não havia templos nem ministério em tempo integral (muitos líderes eram “fazedores de tendas”, como Paulo). A maior carência estava na área social ou beneficente. Daí a grande ênfase nas ofertas, principalmente em situações de particular necessidade (ver 1Co 16.1-4; 2Co 8.1–9.15). No entanto, o princípio de que a contribuição devia ser marcada pelo desprendimento e liberalidade se manteve, como se pode ver na “Didaquê”, um manual eclesiástico do 2º século: “Tome uma parte do seu dinheiro, da sua roupa e de todas as suas posses, segundo lhe parecer oportuno, e os dê conforme o preceito” (13.7). No final do mesmo século, Irineu de Lião se referiu aos cristãos como aqueles que “separam todas as suas posses para os propósitos do Senhor, entregando de modo alegre e espontâneo as porções não menos valiosas de sua propriedade” (“Contra as heresias” IV.18).

Com o passar do tempo e a crescente institucionalização da igreja, houve a necessidade de uma forma padronizada de contribuição. Com isso, recorreu-se ao precedente bíblico já conhecido e testado por muito tempo -- o dízimo. Ao longo dos séculos, ele se tornou obrigatório -- uma espécie de imposto eclesiástico -- e na época de Carlos Magno passou a integrar a lei civil. No final da Idade Média surgiram abusos quando os dízimos, em certos casos, se tornaram um instrumento para a compra de cargos eclesiásticos (simonia). Houve controvérsias quando as pessoas buscavam fugir ao pagamento dos dízimos enquanto outras tentavam se apropriar desses rendimentos para si mesmas. Os países que tinham igrejas estatais recolhiam os dízimos dos fiéis em troca do sustento da igreja e do pagamento dos salários dos ministros (côngrua). No Brasil colonial, em virtude do sistema conhecido como “padroado”, o dízimo se tornou o principal tributo arrecadado pelo estado português.

Validade atual
A questão que se coloca é a seguinte -- o dízimo é valido hoje em dia para os cristãos? É uma forma legítima de contribuição cristã? São muitos os fatores a serem considerados na busca de uma resposta. Em primeiro lugar, é preciso atentar para o ensino bíblico global sobre o lugar que os bens devem ter na vida do crente. Deus é o senhor e proprietário supremo de todas as coisas. Os seres humanos são mordomos, ou seja, administradores dos recursos e dádivas de Deus. Aqueles que realmente o amam, são gratos por suas bênçãos e querem servi-lo, se sentirão movidos intimamente a contribuir para causas que engrandecem o seu nome. A segunda consideração é pragmática. A igreja é uma associação voluntária. Ela não tem outra fonte estável de sustento a não ser as contribuições dos seus membros. As ofertas ocasionais comprovadamente são insuficientes para atender a todas as necessidades financeiras da comunidade cristã. Torna-se necessário um método de contribuição que seja regular, generoso e proporcional aos recursos dos fiéis.

Outro argumento se baseia numa comparação entre Israel e a igreja. Os cristãos entendem que têm recebido bênçãos muito maiores que a antiga nação judaica. O que para esta estava na forma de promessas, para os cristãos são realidades concretas, presentes. A vinda do Messias, sua obra de redenção, seus ensinos e os de seus apóstolos (o Novo Testamento), a dádiva do Espírito Santo e a revelação mais plena da vida futura são exemplos desses grandes benefícios usufruídos plenamente na nova aliança. Daí decorre o seguinte raciocínio: se Deus prescreveu o dízimo para o antigo povo de Israel, seria de se esperar que ele requeresse menos dos cristãos, detentores de maiores dádivas? Portanto, muitos estudiosos concluem que o dízimo deve ser, não o teto da contribuição cristã, mas o piso, o mínimo, o ponto de partida.

Conclusão
A questão do dízimo é tão difícil para muitos cristãos porque toca numa parte sensível da sua vida -- o bolso. Parece excessivo entregar um décimo dos rendimentos para Deus, para a causa de Cristo. Nem todos têm o desprendimento e a generosidade da pobre viúva elogiada por Jesus (Mc 12.41-44). Todavia, o dízimo pode ser uma bênção na experiência do cristão em dois sentidos. Primeiro, como um desafio para a sua vida espiritual. Dar o dízimo pressupõe uma relação de amor, gratidão e compromisso com Deus e com as pessoas que serão beneficiadas com essa contribuição. Em segundo lugar, é também um desafio para a melhor administração da vida financeira. Muitas pessoas têm dificuldade em contribuir para a igreja e suas causas porque são desorganizadas em suas finanças, gastam mais do que podem, não têm um senso de prioridades em seu orçamento. A prática do dízimo produz uma disciplina que beneficia outras áreas da vida. Para aqueles que querem trilhar esse caminho, a sugestão é que comecem a aumentar gradativamente a sua contribuição, até atingir o padrão do Antigo Testamento... e então ir além dele.


Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de A Caminhada Cristã na História e “Os Pioneiros Presbiterianos do Brasil”. asdm@mackenzie.com.br

Ultimato

Devocional para Quarta-feira, 25 de Fevereiro, 2009

VERSÍCULO:
  O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o
rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti
levante o rosto e te dê a paz.
   -- Números 6:24-26

PENSAMENTO:
  Você gostaria de abençoar pessoas que você ama com o poderoso
nome do SENHOR? Deus prometeu que sua bênção sacerdotal depositava
seu nome (com seu poder e autoridade) no seu povo. Que dom incrível
que nós temos o poder de dar a outros, apenas com nossas palavras
fiéis.

ORAÇÃO:
  Ó SENHOR de todo bom e perfeito presente, suas bênçãos são
demais para contar e maravilhosas demais para compreender. Por
favor, use-me para compartilhar aquelas bênçãos com outros. Dá-me
olhos para ver e ouvidos para ouvir para que eu posso compartilhar
suas bênçãos com outros hoje! No nome de Jesus, sua bênção maior,
eu oro. Amem.

24 fevereiro 2009

Devocional para Terça-feira, 24 de Fevereiro, 2009

VERSÍCULO:
O que a mim me concerne o SENHOR levará a bom termo; a tua
misericórdia, ó SENHOR, dura para sempre; não desampares as obras
das tuas mãos.
-- Salmos 138:8

PENSAMENTO:
Primeiro há a convicção: O SENHOR terminará sua obra em nós
(Fil. 1:6). Segundo, há a declaração: o amor do SENHOR dura para
sempre e não falha (1 Cor 13:8). Finalmente, há a súplica: Ó
Senhor, não se esqueça de mim, a obra das suas mãos (Sal
139:13-16). Que lindo equilíbrio para a nossa caminhada com o
Senhor!

ORAÇÃO:
Pai do Céu e SENHOR de todas as coisas, eu tenho confiança de
que o Senhor cumprirá sua vontade e seu propósito em mim. Vendo o
quanto o Senhor amou e operou através dos séculos nas pessoas
comuns que eu vejo nas Escrituras, tenho certeza de que o seu amor
durará por muito tempo, quando eu nem estiver mais aqui. No
entanto, Senhor, eu estou lutando com algumas dificuldades, e eu
lhe peço que o Senhor interfira com sua graça e poder na minha
vida. No nome de Jesus eu oro. Amém.