Fomos inseridos em um reino inabalável pela pura graça, e a resposta natural a esse presente imerecido é a nossa adoração. No entanto, essa reverência se torna vazia se não transbordar diretamente para aqueles que caminham ao nosso lado.
Diante do cansaço e das pressões dos nossos dias, nossa inclinação carnal quase sempre nos leva ao isolamento ou à impaciência com as falhas da nossa família espiritual.
A prova real de que fomos transformados não está apenas na precisão da doutrina que defendemos, mas na nossa disposição contínua de suportar, cuidar e acolher quem congrega conosco.
Sustentar o afeto intencional por nossos semelhantes não é um sentimento acidental, mas uma obediência diária. Quando olhamos para a cruz, encontramos o único combustível capaz de nos fazer perdoar ofensas, consolar os abatidos e abrir nossas casas. O nosso grande desafio prático é impedir que as frustrações e o cinismo esfriem o calor da nossa comunhão.
Sustentar o afeto intencional por nossos semelhantes não é um sentimento acidental, mas uma obediência diária. Quando olhamos para a cruz, encontramos o único combustível capaz de nos fazer perdoar ofensas, consolar os abatidos e abrir nossas casas. O nosso grande desafio prático é impedir que as frustrações e o cinismo esfriem o calor da nossa comunhão.
Precisamos enxergar cada pessoa ao nosso redor não como um simples colega, mas como um resgatado, um co-herdeiro da mesma eternidade que nós.
Viver essa realidade comunitária exige que tiremos os olhos do nosso próprio egoísmo e os fixemos na obra perfeita que nos reconciliou. Nós não fomos chamados para abraçar apenas aqueles que são fáceis de conviver, mas para refletir a mesma paciência imensurável que o SENHOR investe em nós todos os dias.
Viver essa realidade comunitária exige que tiremos os olhos do nosso próprio egoísmo e os fixemos na obra perfeita que nos reconciliou. Nós não fomos chamados para abraçar apenas aqueles que são fáceis de conviver, mas para refletir a mesma paciência imensurável que o SENHOR investe em nós todos os dias.
Que as nossas relações sejam um eco tão forte do evangelho que, ao nos observar, o mundo consiga enxergar claramente a beleza da obra redentora de CRISTO.
"SENHOR, confesso que meu coração ainda é falho, orgulhoso e focado em mim mesmo. Ensina-me a enxergar meus irmãos através da TUA cruz, dando-me a graça e a força necessárias para amá-los de forma prática, constante e sacrificial. Amém."
"SENHOR, confesso que meu coração ainda é falho, orgulhoso e focado em mim mesmo. Ensina-me a enxergar meus irmãos através da TUA cruz, dando-me a graça e a força necessárias para amá-los de forma prática, constante e sacrificial. Amém."
Márcio Melânia
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