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17 janeiro 2024

Devocional para 17 de janeiro de 2024

 

Poucas pessoas se atrevem a dedicar tempo ao estudo do último livro da Bíblia, o Apocalipse. Mas, em seu capítulo 22, uma das características impressionantes é que ele é pontuado três vezes pelo brado de JESUS: “Eis que venho em breve” (v. 7, 12 e 20).
Como devemos interpretar essa afirmação?
Primeiro, JESUS mesmo afirmou que não sabia o dia de seu retorno (Marcos 13.32); somente o PAI sabia. Portanto, é improvável que agora ELE estivesse se pronunciando sobre aquilo que ELE afirmara não saber. ELE não era ignorante acerca de SUA própria ignorância.
Segundo, JESUS e os apóstolos conclamaram seus seguidores em outros lugares a casar e ter filhos, a ganhar seu sustento e a levar o Evangelho aos confins da terra. Essas instruções não são compatíveis com a crença em uma parúsia iminente.
Terceiro, JESUS predisse a destruição de Jerusalém dentro do período de vida de seus contemporâneos, e às vezes é difícil discernir se ELE estava se referindo à destruição da cidade ou ao fim dos tempos.
Quarto, o Apocalipse é um gênero particular, com suas próprias convenções literárias. Por exemplo, ele expressa aquilo que acontecerá repentinamente em termos daquilo que acontecerá em breve. Era assim também nas profecias do Antigo Testamento.
Então, como entender o advérbio breve? É preciso lembrar que, com os grandes eventos do nascimento, morte, ressurreição e exaltação de CRISTO, se inaugurou um novo tempo e no calendário escatológico de DEUS não há nada antes da parúsia. A parúsia é o próximo evento na agenda. 
Charles Cranfield escreveu que foi e ainda é válido afirmar “que a parúsia está prestes a acontecer”. Assim, os discípulos cristãos são caracterizados pela Fé, pela Esperança e pelo Amor. A Fé significa aguardar o já da conquista de CRISTO. A Esperança diz respeito à espera pelo ainda não da salvação. E o Amor marca a nossa vida agora, nesse ínterim.
Logo, breve pode ser cronologicamente inexato, mas é teologicamente correto.
Estamos vivendo um tempo no mundo atual que este breve parece bem próximo. MARANATA!

Dos escritos de John Stott

"SENHOR, obrigado pela Fé, Esperança e Amor derramada em meu coração. Aguardo ansiosamente pelo TEU retorno para me buscar. MARANATA! Ora vem SENHOR JESUS!"

Márcio Melânia

Se você é abençoado por esta mensagem, não guarde para você somente, leia, medite, ore e passe adiante.

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12 abril 2023

Devocional para 12 de abril de 2023

 


Em Jerusalém, a perseguição começou com os samaritanos e continuou mais tarde com outros que estavam ansiosos para interromper a reconstrução do templo. Eles foram bem-sucedidos durante algum tempo, e nesse período ocorreram dois encorajamentos.
Primeiro, uma pesquisa nos arquivos da realeza babilônica revelou que os judeus tinham recebido plena autorização para reconstruir o templo. Assim, foi enviada uma mensagem ao governador do território situado a oeste do Eufrates, em Jerusalém, e aos seus oficiais: “Não interfiram na obra que se faz nesse templo de DEUS” (Esdras 6.7).
Segundo, dois profetas especialmente designados por DEUS, Ageu e Zacarias, encorajaram a Zorobabel para que concluísse a sua obra. Estas foram as palavras de exortação do profeta Ageu: “Quem de vocês viu este templo em seu primeiro esplendor? Comparado a ele, não é como nada o que vocês veem agora? Coragem! Ao trabalho. Porque eu estou com vocês, declara o SENHOR dos Exércitos” (Ageu 2.3-4).
A palavra do SENHOR também veio ao profeta Zacarias, dizendo: “As mãos de Zorobabel colocaram os fundamentos deste templo; suas mãos também o terminarão” (Zacarias 4.9). Assim, “Zorobabel […] e Jesua […] começaram a reconstruir o templo de DEUS em Jerusalém. E os profetas de DEUS estavam com eles e os ajudavam” (Esdras 5.2).
A reconstrução do templo começou em 520 antes de CRISTO e foi concluída em 515 antes de CRISTO, aproximadamente setenta anos depois da destruição do templo anterior, como o profeta Jeremias havia profetizado. Tendo celebrado com alegria a dedicação do templo, os sacerdotes e o povo celebraram a Páscoa, como se tivessem sido novamente redimidos.
Eles estavam começando a perceber o padrão tríplice de sua redenção, com DEUS chamando Abraão de Ur, Israel do Egito e os exilados da Babilônia. Esses três chamados eram prenúncios da grande redenção realizada por DEUS através de JESUS CRISTO.
Hoje DEUS está chamando cada um de nós, por meio de JESUS CRISTO, que já completou a Obra da Redenção (TETELESTAI!) e como estamos nós respondendo a este chamado?

"SENHOR, sei o que tens preparado para mim. Faz em mim o TEU querer!"

Márcio Melânia, baseado em texto de Stott.

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24 março 2023

Devocional para 24 de março de 2023

 


Era por volta do meio-dia quando JESUS e seus discípulos chegaram ao poço de Jacó, e o sol estava a pino. JESUS se achava cansado depois de caminhar a manhã inteira e se sentou ao lado do poço para descansar.
ELE sentia fome e então enviou seus discípulos ao vilarejo vizinho para comprar comida. ELE também estava com calor e sede, por isso pediu à mulher samaritana que lhe desse água.
JESUS não era um super-homem imune às fragilidades dos mortais comuns. ELE era um ser humano autêntico.
Outra característica de JESUS que essa história destaca é a SUA atitude para com a tradição.
ELE era conservador em relação à Escritura, crendo que ela era a Palavra de Deus. Contudo, era radical em relação à tradição, sabendo que ela consistia somente em palavras humanas. Um radical é alguém que é crítico acerca de todas as tradições e convenções, que se recusa a aceitá-las apenas por terem sido herdadas do passado.
A mulher samaritana, por sua vez, possuía uma desqualificação social tripla.
Primeiro, era uma mulher; e um homem não deveria conversar com uma mulher em público. Mas JESUS fez aquilo que não era recomendável.
Segundo, ela era samaritana, e judeus não se relacionavam com samaritanos.
Terceiro, ela era uma pecadora, já tivera cinco maridos e agora estava morando com um homem com quem não havia se casado. E pessoas respeitáveis, como rabinos, não se misturavam com pecadores como ela.
Assim, por três vezes, JESUS fez o que não era aceitável. Rompeu deliberadamente convenções sociais de seu tempo. ELE estava inteiramente livre da discriminação de gênero, do preconceito étnico e do pedantismo moral. ELE amava e respeitava todas as pessoas e não se esquivava de ninguém.
Sendo assim, JESUS era conservador (em relação à Escritura) e radical (em relação à tradição cultural​) ao mesmo tempo.
Sejamos como o nosso MESTRE!

"SENHOR, ajuda-me a ser conservador em relação a Tua Palavra e radical em relação a tradição cultural​ desta época."

Stott, com adaptações de Márcio Melânia

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