22 janeiro 2018

Devocional para Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018



Se há uma hora mais solene que as outras, só pode ser o romper da alvorada. Por causa do silêncio: não há som de espécie alguma, não há barulho, não há gritaria, não há cantoria. Por causa da tranquilidade: não há movimento de espécie alguma, não há gente, não há trânsito, não há correria. Por causa da beleza: o sol, que se pôs doze horas antes no poente, volta a aparecer no lado oposto, trazendo luz e calor.

É nesse período de tempo que o salmista ora algumas vezes:

“De manhã te apresento a minha oração e aguardo com esperanças” (Salmos 5.3).

“De manhã louvarei a tua fidelidade, pois tu és o meu alto refúgio, abrigo seguro nos tempos difíceis” (Salmos 59.16).

“Faze-me ouvir do teu amor leal pela manhã, pois em ti confio” (Salmos 143.8).

É muito bom orar no romper da alvorada. Nessa hora abastece-se melhor a alma e o resultado pode ser o conforto emocional do dia inteiro: “Satisfaze-nos pela manhã com o teu amor leal, e todos os nossos dias cantaremos felizes” (Salmos 90.14).

Certa madrugada, Jesus desapareceu. Ele não estava na cama, não estava no quarto, não estava em casa. Simão Pedro e os outros foram à sua procura. Acharam-no num lugar deserto em oração. Então souberam que Jesus, quando ainda estava escuro, se levantara da cama, saíra de casa e fora para aquele lugar, onde orava tranquilamente (Marcos 1.35). Foi num horário como esse, bem cedo, ao nascer do sol, que Jesus, três dias depois de sua morte, se apresentou maravilhosamente vivo (Marcos 16.2). Esse acontecimento-chave da história da redenção valoriza ainda mais a hora mais solene do dia: o romper da alvorada!

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"DEUS EMANUEL, Tu sempre estás conosco! Faz-me despertar para no alvorecer conversar contigo. Preciso de Ti!".

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Márcio Melânia

21 janeiro 2018

Devocional para Domingo, 21 de Janeiro de 2018




Você talvez não saiba que ovelhas são muito obstinadas. De todos os animais de DEUS, a ovelha é que menos tem condições de se cuidar. Você já conheceu um treinador de ovelhas? Já viu ovelhas fazendo malabarismos? Conhece alguém que ensinou sua ovelha a rolar no chão? Não. Ovelhas são de limitada inteligência.
Quando Davi disse no Salmo 23, “O SENHOR é o meu pastor” será que ele não poderia ter empregado uma metáfora melhor do que ovelhas e pastores? Quando Davi que foi guerreiro e embaixador de DEUS, procurou uma figura para DEUS, ele lembrou de seus dias como pastor. Ele lembrou como dedicou atenção às ovelhas. Como ele vigiou as ovelhas. Davi regozijou-se para dizer “O SENHOR é o meu pastor” e enquanto fez isso, ele orgulhosamente proclamou “Eu sou ovelha dEle!”

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"Pai Eterno, sou tua ovelha. Renitente, obstinado, desprovido de senso. Mas, tenho a Ti como meu Pastor, e assim sou grato, pois tens cuidado de mim. Amém".

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Márcio Melânia

20 janeiro 2018

Devocional para Sábado, 20 de Janeiro de 2018



Neste Salmo 86, o rei Davi demonstra um constante e profundo desejo de se relacionar com DEUS.

Ele apresenta a sua grande necessidade e a grande misericórdia de DEUS como razões para a garantia de que Deus irá ajudá-lo (versos 1 e 5).

Neste verso 7, o verbo aqui utilizado em hebraico é aquele de que deriva o substantivo ouvido. Significa, literalmente, usar as orelhas, termo bastante forte para ser utilizado como paralelo ao mais comum, ouvir.

É quase sempre empregado para instar o homem (ou a natureza) a escutar o SENHOR (Isaías 1.2), mas às vezes, como aqui, é usado por alguém em um apelo para que DEUS o ouça.

DEUS demonstra SUA generosa condescendência ao permitir que Seus servos falem desse modo com ELE.

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 "SENHOR DEUS, nas provações que enfrento, somente em Ti busco ajuda e conforto. Sei, meu ABA, que sempre escutas e responde as minhas orações. Atende-me,  peço-Te, mais uma vez. Amém".

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Márcio Melânia

19 janeiro 2018

Devocional para Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018



Não temos a possibilidade de imaginar tudo o que DEUS tem reservado para nós nesta vida e na eternidade. ELE criará um Céu novo e uma Terra nova (Isaías 65.17, Apocalipse 21.1), e viveremos com ELE para sempre.
Enquanto esperamos, o ESPÍRITO SANTO nos consola e guia. Ao saber o futuro maravilhoso e eterno que nos espera, ELE nos dá Esperança e fortalecimento para seguir adiante nesta vida, para suportar as dificuldades e adversidades e nos ajuda a evitar que cedamos à tentação. Este mundo não é tudo o que é. Ainda teremos o melhor de DEUS no porvir.

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"Eterno Pai, ABA, aguardamos ansiosamente este TEMPO em que JESUS nos virá buscar para gozarmos as delícias do que tens reservado para nós. Maranata!"

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Márcio Melânia

18 janeiro 2018

Devocional para Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018



EMANUEL, DEUS conosco, presença constante em nós e entre nós. Esta é a promessa de DEUS encarnado em CRISTO JESUS, vivendo a vida que nós vivemos, sofrendo as dores dos mortais, provando as limitações e angústias humanas, experimentando o abandono, a traição, a injustiça, a negação, a rejeição. EMANUEL é DEUS em CRISTO nos mostrando o caminho para vencer o mundo, a verdade para resistir a mentira e a falsidade, e a vida para provarmos a abundância da verdadeira humanidade.

A vinda e a ascensão de CRISTO acontecem com a mesma promessa: “DEUS conosco” e “Eis que estou convosco até a consumação dos séculos”. DEUS em CRISTO não é mais apenas uma memória do passado, uma ideia teológica ou uma esperança futura; é DEUS presente todos os dias, é DEUS conosco, que nos convida para comunhão e transformação em CRISTO.

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" DEUS CONOSCO, obrigado por me fazer a presença de DEUS em CRISTO todos os dias. Abre os olhos daqueles que ainda dependem de alguma sensação especial para reconhecerem a presença do SENHOR, que aprendam a confiar em Suas promessas. Amém."

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Márcio Melânia

17 janeiro 2018

Devocional para Quarta-Feira, 17 de Janeiro de 2018



Poucas pessoas se atrevem a dedicar tempo ao estudo do último livro da Bíblia, o Apocalipse. Mas, em seu capítulo 22, uma das características impressionantes é que ele é pontuado três vezes pelo brado de JESUS: “Eis que venho em breve” (v. 7, 12 e 20).

Como devemos interpretar essa afirmação?

Primeiro, JESUS mesmo afirmou que não sabia o dia de seu retorno (Marcos 13.32); somente o PAI sabia. Portanto, é improvável que agora ELE estivesse se pronunciando sobre aquilo que ELE afirmara não saber. ELE não era ignorante acerca de Sua própria ignorância.

Segundo, JESUS e os apóstolos conclamaram seus seguidores em outros lugares a casar e ter filhos, a ganhar seu sustento e a levar o Evangelho aos confins da terra. Essas instruções não são compatíveis com a crença em uma parúsia iminente.

Terceiro, JESUS predisse a destruição de Jerusalém dentro do período de vida de seus contemporâneos, e às vezes é difícil discernir se ELE estava se referindo à destruição da cidade ou ao fim dos tempos.

Quarto, o Apocalipse é um gênero particular, com suas próprias convenções literárias. Por exemplo, ele expressa aquilo que acontecerá repentinamente em termos daquilo que acontecerá em breve. Era assim também nas profecias do Antigo Testamento.


Então, como entender o advérbio breve? É preciso lembrar que, com os grandes eventos do nascimento, morte, ressurreição e exaltação de CRISTO, se inaugurou um novo tempo e no calendário escatológico de DEUS não há nada antes da parúsia. A parúsia é o próximo evento na agenda. Charles Cranfield escreveu que foi e ainda é válido afirmar “que a parúsia está prestes a acontecer”. Assim, os discípulos cristãos são caracterizados pela Fé, pela Esperança e pelo Amor. A Fé significa aguardar o já da conquista de CRISTO. A Esperança diz respeito à espera pelo ainda não da salvação. E o Amor marca a nossa vida agora, nesse ínterim.

Logo, breve pode ser cronologicamente inexato, mas é teologicamente correto.

Estamos vivendo um tempo no mundo atual que este breve parece bem próximo. Maranata!


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Baseado em escritos de John Stott


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"ABA, Meu Senhor, obrigado pela Fé, Esperança e Amor derramada em nossos corações. Aguardamos ansiosamente pelo Teu retorno para nos buscar. Maranata! Ora vem SENHOR JESUS!"


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Márcio Melânia

16 janeiro 2018

Devocional para Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018



Há duas maneiras de crer.
A primeira delas é crer a respeito de DEUS, o que significa que cremos que aquilo que é ensinado sobre DEUS é realmente verdade. É semelhante a crer que aquilo que é ensinado sobre o demônio ou sobre o inferno é verdade. Esse tipo de crença é mais uma declaração de conhecimento do que uma expressão de fé.

A segunda maneira é crer em DEUS. Isso inclui não apenas crer que aquilo que é ensinado sobre DEUS é verdade, mas também confiar NELE e atrever-se a estar em relacionamento com ELE. Significa crer, sem dúvida alguma, que ELE é realmente o que diz ser, e que ELE fará tudo o que diz que fará. Eu não acreditaria em qualquer pessoa com essa mesma intensidade, não importando o quanto outras pessoas fossem capazes de louvá-la. É fácil acreditar que alguém é piedoso, mas outra coisa bem diferente é confiar completamente NELE.

Aqueles que acreditam em DEUS creem em tudo que está escrito a respeito DELE nas Escrituras. Eles ousam acreditar nisso na vida e na morte. Essa fé faz deles verdadeiros cristãos e dá a eles tudo que eles desejam de DEUS. Uma pessoa com um coração ruim, hipócrita, não pode ter esse tipo de fé, pois se trata de uma fé viva, como é descrita no primeiro mandamento: “Eu sou o SENHOR, o Teu DEUS […] não terás outros deuses além de mim” (Êxodo 20.2-3).

Portanto, a pequena palavra em é bem colocada e deve ser observada cuidadosamente. Nós não dizemos: “Eu creio DEUS PAI” ou “Eu creio sobre DEUS PAI”, mas “Eu creio em DEUS PAI, em JESUS CRISTO, no ESPÍRITO SANTO”. Somente DEUS pode dar-nos esse tipo de Fé.

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Baseado nos escritos de Lutero

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"MEU ABA, Deus Eterno e misericordioso, foi a Tua Graça sem limites, que me alcançou e me fez entender e crer em TI. Obrigado, meu ABA!"

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Márcio Melânia
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