20 janeiro 2017

Devocional para Sexta-Feira, 20 de Janeiro de 2017



Todos os cristãos aos quais Tiago escreve somos (ou deveríamos ser) luzes resplandecentes para o mundo inteiro, como Jesus ordenou (Mateus 5.14). Agora, o escritor fala sobre o PAI das luzes, a luz maior, a luz do centro, a luz que nunca deixa de brilhar.
Ninguém se engane, pois é desse “PAI das luzes” (Tiago 1.17) que “os filhos da luz” (Efésios 5.8) recebem tudo de bom e tudo o que é perfeito. Portanto “se alguém se orgulhar, que se orgulhe de me conhecer e de me entender; porque eu, o SENHOR, sou DEUS de Amor e faço o que é justo e direito no mundo” (Jeremias 9.24).

Já que chama DEUS de “o Criador das luzes do céu” ou “PAI das luzes” ou “Pai dos astros”, Tiago obriga-se a dar uma explicação: DEUS é o Criador dos luzeiros do céu, mas não é como eles. O sol e a lua estão sujeitos aos periódicos eclipses que os escondem momentaneamente dos nossos olhos e nos deixam na escuridão. Esse mesmo fenômeno, porém, não acontece com o Criador do sol e da lua, da claridade e da escuridão: “ELE não muda, nem varia de posição, o que causaria a escuridão”, acrescenta Tiago (1.17b).

A natureza muda do calor para o frio, do frio para o calor; o horário do nascer do sol varia de estação para estação e de lugar para lugar; as chuvas não caem de modo uniforme; a maré não é a mesma o dia todo. Graças a essas mudanças, apesar da constante repetição desses fenômenos, o ser humano não se aborrece tanto com a mesmice e a rotina. Nesse caso, a mudança exalta a criatividade e a glória de DEUS. Todavia, o PAI das luzes não pode ser um hoje e outro amanhã; não pode ser bom hoje e mau amanhã; não pode ser santo hoje e imundo amanhã; não pode ser poderoso hoje e fraco amanhã. Nele “não pode existir variação ou sombra de mudança” (1.17b).

DEUS é o mesmo hoje, amanhã e depois! Oremos, pois, para que ELE ajude-nos a espalhar o reflexo de SUA luz neste mundo tenebroso.

Márcio Melânia

19 janeiro 2017

Devocional para Quinta-Feira, 19 de Janeiro de 2017



Mesmo que pareça o contrário, não é o mar que empurra o vento para lá e para cá. É o vento que empurra as ondas do mar para onde quer.
Quem duvida, fica ao léu do vento; é carregado pelo vento; não sabe o que quer; sobe e desce; vira para trás e para frente; para a esquerda e para a direita. Que as ondas do mar sejam assim, não há problema; isso até serve para quebrar a rotina. Porém, que uma pessoa seja assim é um problema sério.
É uma pessoa comandada pelas circunstâncias e pela vontade própria, ambas mutáveis. Este é uma “Maria vai com as outras”, um joguete em mãos alheias. Quem duvida, crê hoje e não crê amanhã, não crê hoje e crê amanhã. É instável, não merece a confiança de ninguém, nem a dele próprio.
Noé recebeu a ordem para construir a arca e foi até o fim, até o dilúvio – mesmo que isso, às outras pessoas, parecesse algo incrivelmente ridículo e improcedente. Abraão não deixou seu próprio país para voltar em seguida, mas seguiu em frente sem saber para onde ia. Quando Deus o quis pôr à prova, Abraão levantou o cutelo para enterrar no peito do filho Isaque, na certeza que Deus era capaz de ressuscitá-lo (Hebreus 11.8, 17-19). Ele não era como as ondas do mar.
Deus confiou a Moisés a incumbência de retirar o povo de Israel do Egito e levá-lo para Canaã, e ele levou quarenta anos para fazer isso. Todos os heróis da fé abraçaram uma causa e nunca a abandonaram, mesmo sendo insultados, torturados até a morte, mortos a pedradas, serrados pelo meio e vivendo em cavernas e buracos na terra (Hebreus 11.35-38). Nenhum deles era como as ondas do mar, que o vento leva de um lado para o outro.
Oremos para que DEUS nos "desamarre" da dúvida e nos capacite com fé.
Márcio Melânia

18 janeiro 2017

Devocional para Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017



“Quando [as mulheres] voltaram do sepulcro, contaram todas estas coisas aos Onze e a todos os outros… Mas eles não acreditaram nas mulheres; as palavras delas lhes pareciam loucura. Pedro, todavia, levantou-se e correu ao sepulcro. Abaixando-se, viu as faixas de linho e mais nada; afastou-se, e voltou admirado com o que acontecera”. Lucas 24.9-12

Este texto só fala de Pedro e de como teria ficado “admirado”, mas em outro Evangelho vemos que ele estava acompanhado de João na visita ao sepulcro vazio, que quando chegou lá, “viu e creu” (João 20.8). Creu em que, se no sepulcro restavam apenas “as faixas de linho e mais nada” (Lucas 24.12; João 20.6-7)? Creu nas Escrituras que previam a morte e ressurreição do MESSIAS, e nas palavras de JESUS.
O Evangelho de Marcos nos diz que “quando JESUS ressuscitou, na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, de quem havia expulsado sete demônios” (Marcos 16.9). Vemos que apareceu também a Pedro, antes do encontro com dois discípulos no caminho de Emaús.

Em sua carta aos Coríntios, Paulo diz que JESUS “apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez… Depois apareceu a Tiago e, então, a todos os apóstolos” (1 Coríntios 15.5-8). Ele não menciona as mulheres, pois na época elas não eram contadas como testemunhas. Embora então só restassem onze apóstolos, Paulo fala de JESUS ter aparecido “aos doze”, tratando-os como um corpo administrativo, como quando dizemos que o Congresso aprovou uma lei, mesmo que nem todos os congressistas estivessem presentes à sessão.

Tomé não creu enquanto não o viu com seus próprios olhos e foi convidado a tocar em seu corpo.
Talvez até consideremos Tomé feliz por tamanho privilégio, mas não é o que JESUS pensa dos que querem ver para crer: “Disse-lhe Tomé: ‘SENHOR meu e DEUS meu!’ Então JESUS lhe disse: ‘Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram’.”
Que a reprimenda feita a Tomé sirva para nós também: “Pare de duvidar e creia”, disse JESUS a Tomé e ELE diz o mesmo a nós (João 20.27-29).

Oremos, pedindo ao SENHOR que aumente a nossa fé tão pequenina! Que creiamos agora, SENHOR!

Márcio Melânia

17 janeiro 2017

Devocional para Terça-Feira, 17 de Janeiro de 2017



Este verso encontra-se no livro de Provérbios, 14.26.
Salomão, seu autor, menciona “o temor do SENHOR” como o melhor programa de refúgio e segurança relacionado com o ser humano.
Ao falar do “temor do Senhor”, ele está se referindo à obediência respeitosa aos conselhos divinos.
Ninguém que segue à risca o GPS bom e atualizado corre o risco de perder-se no caminho.
O melhor GPS que indica o melhor Caminho para nós é a Bíblia. Ela nos mostra um destino glorioso para cada um de nós.
O ingrediente mais importante na vida de uma pessoa vitoriosa é um coração de cristão que obedece.
Não se trata de servilismo barato e irracional, e sim de uma obediência consciente aos conselhos de alguém que conhece o caminho melhor do que nós.
Toda a nossa família será beneficiada, não apenas você, mas também seus filhos e os filhos de seus filhos.
O poder de sua influência levará a família toda a respeitar os princípios protetores da vida.
Com esse pensamento em mente, enfrentemos os desafios de hoje. Não temamos. Estamos protegidos pelas promessas maravilhosas de DEUS.
E que nunca nos esqueçamos: “No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.”

“Aqui está a conclusão: Tema a DEUS e obedeça aos Seus mandamentos, porque isso é o essencial para o homem.” Eclesiastes 12.13-14

Alexandro Bullon, adaptado por Márcio Melânia


16 janeiro 2017

Devocional para Segunda-Feira, 16 de Janeiro de 2017



Neste Salmo 86, o rei Davi demonstra um constante e profundo desejo de se relacionar com DEUS.

Ele apresenta a sua grande necessidade e a grande misericórdia de DEUS como razões para a garantia de que Deus irá ajudá-lo (versos 1 e 5).

Neste verso 7, o verbo aqui utilizado em hebraico é aquele de que deriva o substantivo ouvido. Significa, literalmente, usar as orelhas, termo bastante forte para ser utilizado como paralelo ao mais comum, ouvir.

É quase sempre empregado para instar o homem (ou a natureza) a escutar o SENHOR (Isaías 1.2), mas às vezes, como aqui, é usado por alguém em um apelo para que DEUS o ouça.

DEUS demonstra SUA generosa condescendência ao permitir que Seus servos falem desse modo com ELE.

Portanto, podemos orar como Davi, dizendo: "Senhor Deus, nas provações que enfrento, somente em Ti busco ajuda e conforto."

DEUS sempre escuta e responde as nossas orações.

Márcio Melânia

15 janeiro 2017

Devocional para Domingo, 15 de Janeiro de 2017



Este é um dos salmos mais alegres e bonitos do salterio. Entre os salmos de louvor ele tem sido chamado de “O Pico da Montanha Mais Alta”, porque nos eleva a alturas espirituais de perder o fôlego.
O Salmo 103 mostra-nos como falar para nós mesmos e ensinar à nossa alma a se lembrar de todos os benefícios do SENHOR: como ELE perdoa os nossos pecados, cura as nossas doenças, nos redime da destruição, coroa-nos com graça e misericórdia e satisfaz nossa boca com coisas boas. Ele nos mostra de que modo proceder a fim de louvar a DEUS.
Dentre muitos motivos para louvar a DEUS este verso nos fala da misericórdia DELE.
A figura da “coroação” deve ser compreendida aqui como uma “concessão”. Significa que o homem não merece a misericórdia que recebe de DEUS, mas a recebe assim mesmo porque o SENHOR escolheu manter sentimentos positivos, expressos pelas palavras “amor” e “compaixão”, a fim de atuar na nossa vida.
Se olharmos para dentro de nós, com siceridade, perceberemos que somos indignos de receber tal "coroa".
Este é o motivo para que a cada manhã que acordamos, elevemos os nossos pensamentos a DEUS e digamos: "Obrigado, SENHOR, por mais uma vez renovares a TUA misericórdia!"

Hoje é um bom dia para agradecer a Deus, dediquemos momentos a ELE.

“Que todo o meu ser Te louve, ó SENHOR!” (v. 22b).

Márcio Melânia




14 janeiro 2017

Devocional para Sábado, 14 de Janeiro de 2017




Na ​nossa ​caminhada ​cristã​,​ a tribulação e as adversidades não fazem a pessoa; apenas mostram do que ela é feita.
Revelamos nosso valor quando nossa fé é provada.
​Obviamente, D​EUS conhece os nossos corações mesmo antes de sermos provados, mas nós não conhecemos nosso valor.
Não é possível ter vitória sobre as tribulações confiando apenas em nós mesmos; mas é possível ser​mos vitoriosos se confiarmos plenamente em ​DEUS.
Por isso o cristão autentico faz da oração um estilo de vida.
É a maneira mais que certa de comunicar-se diretamente com DEUS​.
Para um aparelho de celular funcionar com exatidão é necessário sempre carregá-lo. O apóstolo Paulo orava sempre por seus amigos e companheiros de missão, pois eles precisavam estar sempre ativados, ligados, carregados em uma fonte real de Graça e de Poder: DEUS.
Não se esqueça de orar, busque a Deus em sua casa, no trabalho, no interior de seu carro, ​onde você estiver. Faça da oração um hábito, consulte ao S​ENHOR antes de tomar quaisquer decisões.
O cristão que ora vence as tribulações e tem sempre um ​depoimento apara compartilhar com aqueles que estão fracos na fé.
Ora​r sem cessar​.
​Só assim venceremos ​os dias difíceis​.

Márcio Melânia
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